terça, 26 de maio de 2009
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domingo, 24 de maio de 2009
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terça, 7 de abril de 2009
a interface ideal
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de tempos em tempos, é vendido um tal de macheist bundle, um pacote de apps para mac os x que são vendidas juntas por um preço bem especial. pois nesse último pacote veio esse times, um rss reader que trata os feeds como notÃcias e não como email como quase todos os outros agregadores fazem.
o software tem algumas falhas, é pesado (não mais que o newsfire, o que estava usando anteriormente) e não parece ter um grupo de usuários ativos grande o bastante que justifique seu desenvolvimento, mas quando acabei de configurá-lo levei um susto com a satisfação de ter encontrado o formato ideal de se ler feeds, um jornal feito pra mim.
logo comecei a pensar nas possibilidades e esbarrei nas limitações dessa transformação de agregrador tipo cliente de email para um agregador que parece um jornal digital: eu gostaria de diagramações diferentes por página, subseções para cada assunto e que as “notÃcias” mudassem de lugar e de formato conforme sua importância, algo como um editor automático, que soubesse que certa notÃcia é mais importante do que outra, talvez cruzando o link com informação de sites como digg ou pesquisando “hot words” em sites como google news. por exemplo, hoje notÃcias como earthquake e italy teriam prioridade sobre uma notÃcia econômica num dia de mercados mornos.
estou tão apaixonado com essa interface que estou pensando em retomar meus estudos de objective-c. por hora, vou fazer essas sugestões à equipe do times, mas penso até em meter a mão na massa caso a aplicação não vá para frente.
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terça, 24 de março de 2009
e como minimizar o mimimi?
1) não entre nessa enquanto puder evitar. se você não vê chances de se tornar uma referência no assunto que você aborda, a possibilidade de você ganhar uma grana boa é pequena. se o seu blog é uma plataforma para você divulgar idéias sobre a sua profissão, leve em conta que o retorno vem em outro tipo de moeda.
2) se for fechar um contrato, comunique seu público antes. tente estabelecer as regras sobre o que é conteúdo e o que é publicidade. não existe razão para explicar por que você precisa ganhar pelo conteúdo que produz, é óbvio que se você chegou num estágio em que o seu blog é atrativo para anunciantes o conteúdo é bom o bastante para te gerar algum dinheiro.
3) observe que mesmo com regras claras sobre o que é conteúdo e o que é publicidade existe um desgaste natural da sua credibilidade com o leitor, especialmente se o anunciante tiver uma ligação direta com o seu conteúdo ou se ele já trouxer consigo uma imagem negativa. não adianta espernear, o lance é continuar a fazer seu trabalho e esperar que a sua coerência se sobressaia às dúvidas sobre sua conduta.
guardada a cagação de regra, esses itens seriam um bom começo para eu, como leitor, pudesse manter minha fé sobre o conteúdo dos blogs que leio.
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quinta, 19 de março de 2009
o tal do mimimi
uma celebridade topa ganhar um para divulgar suas impressões sobre um serviço na sua conta do twitter. algumas pessoas acham isso ruim, que isso mistura “conteúdo editorial” com propaganda, algo discutÃvel pelo veÃculo ser algo tão novo como o twitter, mas compreensÃvel visto que é um modo de se vender um produto que até então não existia.
é como se tivéssemos televisão sem intervalos por anos e tivéssemos nos acostumado com esse formato e de repente começam do nada as inserções pagas por entre os programas. é fácil de entender por que as pessoas reagem assim, é razoável.
agora, o que não dá pra entender é a outra parte das pessoas que apoiam incondicionalmente o novo negócio e acham um absurdo a reação negativa. o argumento dessa parte é algo tão profundo como o bordão mais usado em perfis do orkut desse lado do planeta, “sua inveja fará minha fama”.
sério, isso não é inveja. inveja seria se quem reclamasse fosse outra celebridade com o mesmo número de followers da pessoa em questão e teria iguais chances de ser recrutado para tal campanha. é reação negativa de quem tem uma opinião diferente sobre um problema que vai além do twitter, aposto que em todo veÃculo de comunicação existe o dilema do ponto de equilÃbrio entre informação de interesse público e publicidade.
será que não dá pra pensar fora da caixa e entender que isso exista sem apelar pro “isso é inveja” ou o “se as pessoas policiassem os polÃticos como policiam a blogosfera o paÃs seria diferente”? o que seria o ideal? uma audiência apática que aceitasse tudo o que fosse publicado sem emitir nenhum tipo de opinião? a reação, qualquer que seja ela, não é prova que existe gente de verdade lendo o que vocês publicam?
as pessoas normais (as que não trabalham no mundo da propaganda) acham, via de regra, publicidade um troço chato. elas vão no banheiro no comercial, lê-se primeiro a notÃcia no jornal, para depois passar os olhos nas ofertas. reclama-se de revista que tem muita página de anúncio pago. esse é o mundo real e vocês que trabalham com isso devem sabê-lo melhor do que eu, afinal passam muito tempo analisando campanhas e tentando criar algo que vá além da pura propaganda e que caia no gosto popular. é esse o desafio.
acho o mimimi chato, mas tenho que concordar que eles, por hora, têm um argumento melhor do que o esquadrão anti-mimimi.
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domingo, 14 de dezembro de 2008
a platéia mais animada do brasil
num antigo hotel no centro da capital paulista moram os integrantes da “platéia mais animada do brasil”. seus três ônibus, usados para ir de um programa de auditório a outro e comprados nos anos 80 de uma empresa de transporte rodoviário, precisam de uma mão na pintura. em nenhum deles consegue-se ler “platéia mais animada do brasil” com todas as letras. em dois faltam es, em outro não se distingue os emes dos enes.
os integrantes formam uma grande famÃlia ou pela convivência diária ou porque acabam por casar-se entre eles mesmos. o hotel traveste-se de cortiço: varais improvisados nas janelas secam as roupas da próxima gravação, crianças descalças brincam com os brindes do último programa do dia das crianças, ansiosas pela aproximação dos especiais de fim de ano.
uma anciã das últimas cadeiras dos programas de domingo, a vida já lhe tratou melhor. “hoje tem muita concorrência e eu lá já tenho meus anos. tem programa que não chama mais a gente, quer gente mais jovem, sabe? chamam a “platéia mais bonita do brasil”. eles moram aqui do lado, o senhor sabia? também pegaram um hotel, sai mais barato, é perto das emissoras. se a produção pede, eles põem faixa de caravana de americana no ônibus que eu sei.“
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quinta, 27 de novembro de 2008
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sexta, 14 de novembro de 2008
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quarta, 12 de novembro de 2008
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ruby enterprise no osx
na situação louca do rails 2.1 não rodar direito no ruby 1.8.7 e o ruby 1.8.7 não ir com a cara do readline que vem com o leopard e você precisando rodar merb e rails na mesma máquina, achei que a melhor solução foi ir pro ruby do macports (v1.8.7) para rodar merb e instalar o ruby enterprise edition (ruby ee) para desenvolvimento rails, que é justamente o ruby que a gente usa no trampo para nossos projetos.
além uns tweaks no .zshrc para cada projeto achar seu ruby certo e copiar suas gems de uma versão do rubygems para outra (usando um script), descobri hoje que o rmagick do ruby ee não acha as libraries de suporte à imagens que estão no mac. ou seja, o rmagick se instala sem erro algum, mas se você precisar abrir um mero jpg dinamicamente, o rails falha com um stack que não te ajuda muito a encontrar o erro.
muita bateção de cabeça depois, quase mediunicamente descobri que o que você precisa fazer é setar este path no shell (eu uso zsh) LD_LIBRARY_PATH=”/opt/local/lib” e re-instalar o rmagick como gem do ruby ee.
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sexta, 7 de novembro de 2008
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quarta, 5 de novembro de 2008
yes they did!
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segunda, 3 de novembro de 2008
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terça, 28 de outubro de 2008
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obamão contra os mortos-vivos
brilhante a idéia do nytimes.com de resenhar outra vez o night of the living dead, filme de 68 de george a. romero que deu inÃcio à zombiemania, como filme a ser visto neste halloween.
além do subtexto talvez óbvio demais de ver os republicanos como mortos-vivos (citado na resenha, aliás), night of the living dead foi o primeiro filme de terror com um protagonista negro que não só chega até o final do filme vivo mas como também é o único ser vivo que demonstra ter alguma noção de como sair ileso de uma casa de campo rodeada por zumbis e lotada de rednecks que só fazem merda e gritam help pra todo lado. o pior é que o cara lembra muito o obama fisicamente.
não por acaso, george romero mata o cara no fim do filme: ele é assassinado por uma equipe de resgate que vê um negro com uma espingarda na mão e não pensa duas vezes.
touché pro nyt.
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anos atrás: séries (2005)
quinta, 23 de outubro de 2008
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sábado, 18 de outubro de 2008
a mÃdia assassina
se você fosse um pé rapado que da noite pro dia virasse a celeb mais concorrida do paÃs e recebesse ligação da ana maria braga de manhã, da ana “gata” hickman um pouco depois e desse tchauzinho pro datena à tarde, será que você não pensaria duas vezes antes de voltar ao ostracismo? ninguém pensou nisso?
esses apresentadores, deuses enviados à terra para zelar pelos bons costumes e o bem estar comum, não estão percebendo que seguraram a arma e atiraram em duas adolescentes também?
e, finalmente, o poder público não sacou que essas pessoas completamente despreparadas instigavam ainda mais a situação de seqüestro?
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quinta, 16 de outubro de 2008
rails summit 2008
está acontecendo o rails summit latin america, o primeiro evento na america latina dedicado exclusivamente ao ruby on rails, a popular plataforma de desenvolvimento web.
num dia em que vimos grandes nomes da plataforma discursar (inclusive o criador da primeira versão da mesma, o dinamarquês david hansson), a pessoa que mais se destacou foi um estudante de programação do rio grande do norte de 17 anos que usou o espaço “birds of a feather”, uma faixa especial do evento em que o palco é aberto para quem quiser mostrar algum trabalho próprio desenvolvido com a plataforma, para se apresentar.
sem um “notebook para usar durante a conferência”, elomar frança subiu ao palco com um arquivo PPT e um macbook emprestado. visivelmente nervoso e sem experiência com o os x, o cara demorou alguns minutos para se acertar.
tudo ligado e funcionando, elomar vai passado os slides mais feios do dia e vai tirando gargalhadas da platéia. os slides contam a aventura do cara com amigos em formar um grupo de aprendizado de rails em natal. eles saem e distribuem cartazes divulgando um grupo de estudo de rails. mais de 100 pessoas aparecem no encontro, eles se mudam para um espaço maior, felizes e as pessoas desbandam aos montes quando se ligam que o lance é sério. eles descobrem que podem se registrar como um grupo de ensino nas grandes editoras de livros técnicos e receber livros de graça para resenhar e assim constroem uma pequena biblioteca.
as fotos dos slides e a mensagem do elomar são tão francas que causam a risada inicial mas não deixam de te emocionar. tá aà uma galera que sai da inércia, se junta em torno de um objetivo e se poem a aprender uma tecnologia junto pelo simples barato da coisa, sem medo de sair da cadeira e subir no mesmo palco que os bigshots da linguagem ocuparam horas antes só para mostrar ao mundo o que tão fazendo.
é uma experiência que bota o teu pé no chão nos seus momentos mimimi. no fim do dia, tudo que você precisa é de um computador xing-ling em casa, uma conexão fubeca à internet e força de vondade para mudar o seu mundo.
os slides da apresentação do elmar estão online e, ao que parece, ela foi filmada e vai ser disponibilizada em breve.
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terça, 14 de outubro de 2008
twittosfera
estava dando unfollow numas pessoas que não me seguiam no twitter mais usando o friendsorfollow e tentando achar um padrão para o meu uso do twitter e quem eu acho realmente interessante seguir. pessoas, basicamente, não corporações, acho estranho seguir PJ.
o twitter é mais que microblogging ou uma aplicação de lifestreaming a partir do momento que incorpora a possibilidade de se manter uma conversa via reply ou mensagem direta. virou uma ferramenta de lifestream mais uma espécie de “messenger” assÃncrono e bidirecional. assÃncrono porque eu posso mandar a mensagem e a pessoa “recebê-la” um dia depois; bidirecional porque eu posso mandá-la e o outro não receber porque não me segue mais. se você pensar bem, é um tipo de “chat” que pode ser bem frustrante e muitos vão argumentar que isso não foi feito ground-up para ser chat. concordo, é por vezes um “messenger” que não te garante que entregou a mensagem, o que não o torna nem um pouco menos frustrante, vamos combinar.
sou viciado no twitter, heavy user total. tento não abusar do reply, mas quando o uso, quero ter certeza que o outro lado recebeu a mensagem. ou seja, unfollow em quem não me segue, via de regra.
mas, pera aÃ, tem gente que eu preciso seguir, porque são muito interessantes: os emissores. eles usam o twitter como microblogging, e, porque são “gente que faz”, têm muito followers. não usam o twitter totalmente como ferramenta social, seguem muito pouca gente. os emissores geralmente têm mais de 2.000 seguidores e não seguem nunca mais de 100. emissores são legais, eles não escrevem muito, é fácil seguir um monte deles.
a comunicação com os emissores é quase que unilateral, vale lembrar. é mais fácil você interagir com eles no blog que eles mantêm. eles têm blog com comentários habilitados, logicamente, do contrário o que você está fazendo os seguindo para começo de conversa?
existem também os propagadores, que são os que eu realmente gosto. eles podem ter um número significativo de followers, até 2.000, 4.000, mas seguem muita gente, mais de 200. boa parte do que eles emitem é alimentada pelos seus followers, por isso propagadores. eles não só são “gente que faz” mas usam o twitter como ferramenta para troca de informação, o que é bacana porque o twitter é um bom hub de informação, talvez com um sinal/barulho elevado demais, mesmo assim a maior parte do tempo divertido. a comunicação pode lhe parecer unilateral também, eles já seguem um número considerável de gente, mas deixam claro que estão interessados no que está sendo falado pelo twitter, estão mais abertos ao contato pela ferramenta.
tem também os protegidos, geralmente seus amigos que por uma razão ou outra não querem que qualquer pessoa (ou google) fique xeretando sua vida. o que eu entendo, nem todo mundo precisa ter uma presença digital tão grande por conta do trabalho, eu particularmente acho que preciso. eles são meio que emissores privados, ou propagadores de alcance limitado, um mundo à parte dentro do twitter que pode valer outro post caso eu pense mais sobre eles.
lógico que existem desvios das regras. tem propagador que funciona mais como emissor no twitter, mas pelos posts do blog do sujeito você pode imaginar que o twitter é uma grande fonte de informação. a propagação acontece fora da twittosfera nesse caso.
existe também emissor que configura sua conta para receber todo reply feito a ele, mas poucas vezes tive uma resposta recebida dessa maneira. é talvez um erro do twitter não divulgar publicamente que aquela pessoa está com os replies “abertos”, seria um jeito de diminuir esse caráter aparentemente unilateral da comunicação dos emissores.
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terça, 7 de outubro de 2008
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sábado, 4 de outubro de 2008
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terça, 30 de setembro de 2008
luckytweets

não dá pra contar as inúmeras vezes que o código que eu fiz fora do horário de trabalho salvou minha vida. tudo que eu apliquei no último ano no trabalho é consequência direta das horas de madrugada trabalhando no orangotag.
portanto, não tive dúvida, na hora de montar um farm no ec2, o sistema de cloud computing da amazon, ao invés de me aventurar com o código do aupeo, criei uma aplicação do zero para testar o scalr, uma das ferramentas de controle de ec2 que existem por aÃ.
o luckytweets é uma resposta à um problema de uma amiga que queria tirar cara ou coroa com uma outra amiga pela internet. é estúpido, mas não existe um jeito de duas pessoas tirarem cara ou coroa ou zerinho ou um pela internet. estranho né? pois a questão vinha me atormentando há alguns meses.
usando o twitter como base você não precisa lidar com login e password de usuários; em suma, é muito fácil resolver o problema na teoria. na prática, é preciso lidar com as inconsistências da api do twitter e com o downtime da plataforma, nada que queueing não dê jeito - estou testando starling e backgroundrb para lidar com isso.
não sei se estou totalmente confiante no scalr. é uma plataforma nova e mais voltada ao php. a imagem de memcached deles tinha um erro no iptables que fechava justamente a porta do memcached, pra ter uma idéia dos tipos de bug que eu encontrei até agora. de qualquer forma, eles são bem mais baratos que o rightscale, cujo plano “básico” começa com 500 dólares por mês mais 2.500 dólares de taxa de inscrição. isso fora o que você gasta com o hosting dos servidores.
o mais estranho é que deployment no ec2 é um lance completamente alien, a falta de documentação de como jogar o código do seu site para a cloud salta aos olhos. eu praticamente escrevi um capistrano passivo/reverso para fazer dump do código do github e duplicá-lo por todas as instâncias da cloud.
acho que vou testar o cohesiveft nos próximos dias, eles te deixam criar uma imagem de um servidor antes de duplicá-la pela cloud, o que parece ser bem interessante.
não deixe de testar o luckytweets se você tiver uma conta no twitter. quero saber até que ponto o código funciona à medida que o twitter começar a sair do ar ou o números de conexões do meu cliente chegar ao limite por hora da api deles.
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