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segunda, 30 de junho de 2003

dias escuros p2

já tava há um tempinho pronta, só tava com preguiça de fazer o mastering.

baixe: dias escuros p2

tou fechando um tribalzão, mais possivelmente 2 remixes pro novo álbum da karine, e a parte 3 tb já tá encaminhada.

# 03:17 · comente (0), arquivado em música
terça, 24 de junho de 2003

morgenstern rip

do kanzleramt.com:


Sad, sad news …

we all had a very hard and sad weekend here. i´ll try to find words to explain what exactly happened. our artist and friend Christian Morgenstern died last week in his apartment in Cologne at the age of just 27. After skating with friends he went home because he felt pain in his chest. no one could reach him for a few days and finally last friday a friend found him dead in his apartment. Christian was working night and day on his new album, so it was normal that he wasn´t replying to phone calls or whatever. we are very shocked and i´m sure none of us have yet come to terms with Christians death.


# 03:57 · comente (1), arquivado em misc
segunda, 23 de junho de 2003

gif animadinhas!

dia 20 de junho foi o dia mundial da liberação do GIF.

é que a patente do formato de imagem era da Unisys que forçava todas as tecnologias que usavam imagens GIF a pagar uma mega grana em royalties (incluindo seu browser, seu photoshop, seu sistema operacional)…

o GIF já era um formato meio decadente, quando o boom da internet alavancou o seu uso, já que o plugin para visualizar as imagens GIF já vinha embutido no arcaico mosaic, o pai do netscape.

resta saber se o repasse desse deságio (of sorts) vai chegar ao preço dos softwares que vc usa, agora que as GIFs estão, humm, descontroladas!!

# 02:44 · comente (1), arquivado em ciência & tech
quarta, 18 de junho de 2003

live pa é isso!

disponível pra d/l lá no site da illegal-stockholm o segundo live pa à quatro mãos do hardcell e do newcomer par grindvik.

+ baixe aqui

e se não ouviu a primeira parte, tá aqui.

drums drums drums and then some more.

# 08:45 · comente (2), arquivado em música

city of ghosts

sabe o matt dylon? então, o cidade fantasma, debut dele como diretor, é bem legal. sofre com a inexperiência dele como diretor, claro, mas tem um puta mérito: se arriscar a fazer o primeiro filme num lugar tão ermo (e, imagino, sem estrutura) quanto phnom penh (camboja) é louvável.

tudo começa quando um furacão destrói uma cidade americana, levando à tona uma companhia de seguros fraudulenta, e obrigando o personagem de matt a fugir do país, na busca pelo cabeça da operação no vietnã.

chegando lá, matt se vê envolvido numa miriade de gente da pesada, desde milícias bem paralelas, até a máfia russa (passando até pelos flubbers locais), no melhor estilo tarantino menos os bang-bangs de 10 minutos.

james caan faz um papel menor e poderia ter aparecido mais. em compensação, gérard depardieu está ótimo como o turista que resolveu ficar e abrir um boteco pra lá de mal frequentado e o próprio matt não desaponta como o americano típico enfrentando os embaraços de uma cultura alienígena.

aliás, é essa introdução ao mundo e pessoas do sudeste-asiático que vale o filme, a fotografia é caprichada e aproveita cada instante das locações cambodjanas.

outros filmes legais de atores do pack oitentão as vezes com a direção é o festa de casamento (da jennifer jason leigh e alan cumming) e o chelsea walls (do ethan hawke).

pecam em vários aspectos, afinal são debuts, mas todos tentam algo diferente.

# 07:50 · comente (0), arquivado em filmes
segunda, 16 de junho de 2003

~6.6THz

é uma capacidade de processamento inimaginável pra mim, escrevendo no meu atholonzinho aqui de casa. mas é esse o reforço que o peter jackson pediu à IBM para começar a renderizar o retorno do rei.

são 558 blades que irão se juntar à rendering farm que a weta já tinha usado para os dois primeiros filmes.

+ na matéria do new zealand herald

[via slashdot]

# 03:33 · comente (0), arquivado em filmes
domingo, 15 de junho de 2003

casal sarrafada

é, aconteceu o primeiro 4-deck frenzy do casal sarrafo: nika e inigo em 4 mks deve ser o apocalipse!!

+ fotinhos, ops, fotkys!

# 04:49 · comente (0), arquivado em música
terça, 10 de junho de 2003

when humans faced extinction

Humans may have come close to extinction about 70,000 years ago, according to the latest genetic research.”

e aproveite pra visitar o site da missão européia até marte, tb no site da bbc.

# 05:44 · comente (0), arquivado em web

24h - conexão birmingham

finalmente pude conferir o 24h party people, que entrou em cartaz (já não era sem tempo) essa semana em sampa.

não cheguei a viver essa época. conheci o new order, por exemplo, só no substance, junto com todos os colegas de escola (bizarre love triangle era a coisa mais maluca que todos tinhamos ouvido até então).

mas não me considero completamente alienado. aliás, foi daí que a semente do amor pelos patterns eletrônicos nasceu em mim e em muita gente da galera de floripa, provavelmente.

lembro de ter lido uma matéria que contava a história de manchester que saiu na finada bizz, de cabo a rabo. acho que a matéria foi até dividida em partes, por algumas edições.

achei a importância dada aos happy mondays meio exacerbada. será que tou errado? eu acho o new order mil vezes mais importante…

mas também eles são mais comportadinhos, nunca tiveram um cara como o bez na banda e nunca cheiraram 200.000 libras que supostamente pagariam a produção de um álbum. ou seja, não daria um caldo tão bom para o filme.

o filme termina numa parte bem interessante pra quem gosta de música eletrônica: o momento inicial do nascimento do techno na europa.

vale bem lembrar aqui que o 24h é focado na história de tony wilson e pára quase que por aí. the smiths, por exemplo são lembrados muito de raspão - uma das consequências de ter que contar a história de uma ampla cena musical pela visão de uma só pessoa.

outra consequência desse escopo limitado é ignorar uma pessoa que foi peça-chave no aparecimento dos primeiros singles de techno em solo britânico: neil rushton.

rushton foi, como wilson, um catalizador da consolidação de uma série de músicos com novas idéias na cabeça, só que ao invés de birmingham (sua cidade natal), esses músicos eram de outro país, mais precisamente de detroit.

foi depois de um vôo para detroit que rushton voltou à inglaterra uma sacola cheia de fitas cassete e uma palavra: techno - o termo criado por juan atkins, derrick may e kevin saunderson para designar aquilo que faziam. a viagem deu origem à primeira coletânea de techno propriamente dito: “Techno! The New Dance School of Detroit”. isso tudo, lembre-se, pré fase rave do hacienda.

finalizando a aulinha de história (heh!) e entrando em terreno altamente especulativo: meus produtores preferidos são de birmingham: tony “surgeon” child, karl “regis” o ‘connor, etc…

eles conheciam rushton pelas festas que ele fazia em stafford, eles provavelmente compravam discos na loja de rushton em birmingham, a network - que aliás foi um label poderozíssimo por anos, e a loja não devia ser menos fraca.

só que birmingham sempre foi uma cidade muito mais rocker do que eletrônica, até os dias de hoje. e eu tenho quase certeza que o sonho de surgeonzinho e regizinho era ser indie.

aliás, não tenho dúvida nenhuma sobre isso!! a amizade dos dois com mick harris (ex-baterista do napalm death), que ainda rende parcerias bem interessantes (o album guitar treatments a ser lançado pela gravadora alemã kanzleramt não me deixa mentir), só deixa isso mais claro.

o que eu quero dizer é que o techno de birmingham é fora do convencional (e brilhante por essa mesma razão) justamente porque o perfil das pessoas que o fazem foge do esteriótipo do europeu bem-alimentado, alto e esguio classe média-alta que se formou em nossas cabeças por esses anos de esposição aos djs/produtores que estão nos line-ups dos festivais mais famosos e nos nomes nas capas dos discos que a gente vê na groovetech, ou até aqui, na galeria ouro fino.

esqueca adam beyer, marco carola, danilo vigorito, marco bailey, umek. sem desmerecer esses caras, todos muito bom no que fazem, mas os chapas de birmingham são crias de uma cidade industrial decadente e sem expressão cultural alguma, basicamente rockers-wouldbes que não deram certo, até porque a época, o momento, já tinha passado.

talvez eles sonhassem tocar no factory aos seus 12 anos, vendo os irmãos mais velhos sair para manchester, curtir o joy division. talvez eles até tivessem uma banda, e muito provavelmente tiveram! o regis mesmo de vez enquando lança discos 7″ em tiragem super limitada por um subselo da downwards, nos quais ele canta, toca guitarra, batera e soa, sim, bem parecido com o que poderia ser a novidade da semana na capa da melody maker de 20 anos atrás.

mas, veja bem o disparate: esses caras fazem música para as pistas de techno, assim como todos os suécos, napolitados, belgas e alemães que conhecemos bem. e no entanto, bem no fundo, o espírito, a atitude, a contestação que guia o trabalho deles não é muito diferente dos das bandas que aparecem no 24 hour.

talvez por isso nunca tenhamos visto nem surgeon, nem regis, nem female, nem david sumner no brasil ainda, apesar do indubtável legado já deixado por esses produtores para a cena eletrônica.

legado esse que nada tem de chato ou retórico, muito pelo contrário: os tracks de surgeon e regis são body music, apelo puro para a dança, techno sem firulas mas com um cuidado fenomenal com uma proposta estética própria, o mesmo cuidado que está presente em todo tipo de atividade artística bem feita, desde a pintura até o cinema.

talvez pela falta de visão backwards, que tanto se faz necessária numa cena eletrônica como a nossa que cresceu muito rapidamente, aglutinando crowds de novos aficcionados, não conseguimos entender esse tipo de dj/produtor que não se encaixa no padrão do dj/produtor hitmaker… e realmente, basta uma breve audição a um dos mais de 5 álbuns do surgeon para ver que a ambição artística por trás das faixas vai além do intuito de ser o best seller/most played track do mês ou da semana.

vou deixar o regis falar:

“me and Tony Surgeon played in America once at this really big rave party with 3000 people or so. They introduced us as ‘this is Surgeon and Regis from London, UK’, and we just didn’t play. All these people were going ‘what’s happening, what’s going on’. Tony sort of leaned over ‘…Birmingham, UK’. The guy got back on really flustered, as if he didn’t really know what was going on. ‘Birmingham, UK’ he said, and we just pressed start.”

ian curtis aprovaria.

# 02:03 · comente (3), arquivado em filmes, música
segunda, 9 de junho de 2003

the music

trabalhar na mtv tem seus prós e contras, assim como em todo lugar. os contras eu guardo comigo, e os prós… bem, além de topar com a cicarelli nos corredores de vez enquando, você ainda tem um abastecimento semanal garantido de revistas bacanas e cds para todos os gostos…

semana passada chegou o álbum do the music, que eu achei muito bacana!

aliás, desde o álbum do coldplay não ouvia nada tão legal e eu sou super suspeito pra falar: entendo patavinas de rock atual, aliás, de qualquer época… nunca foi a minha praia.

mesmo assim consigo identificar um quê de stone roses e inspiral carpets e alguém escreveu na NME que também parece led zepellin de vez enquando: eu acredito.

o que eu posso dizer é que tem uma 303 muito bem utilizada em “the people”, que “gateway” tem cara de goth-pop oitentão e que eles abusam de edição digital em algumas faixas.

o clip do “take the long road and walk it” já tá na programação da teve e é de longe uns dos melhores dessa safra…

# 07:26 · comente (0), arquivado em música
quarta, 4 de junho de 2003

ringu na tva

esse mês tem ringu no cinemax. anote aí os horários:

  •   05/06 - 23:45
  •   09/06 - 16:00
  •   13/06 - 20:15
  •   17/06 - 22:00
  •   21/06 - 09:15
  •   26/06 - 01:30
  •   29/06 - 18:15
# 05:45 · comente (1), arquivado em filmes

uma festa rave de arrepiar

Numa Rave (João Junior / Cláudio Rosas )

Se você deixar, se você quiser Eu vou te mostrar, pode levar fé Eu estou aqui pro que der e vier

O bagulho é bom , eu quero te levar Pra uma festa rave de arrepiar Mas eu já te vi com a rapaziada Me engana que eu gosto, quer pagar pra ver? Só eu e … você

Se liga no beat, você não resiste Me enfeitiçou, agora dançou Eu vou te enlouquecer

Lembro da primeira vez que eu te vi Não dá pra descrever de cara o que eu senti Abalou, balançou o meu coração Me fez refém dessa emoção Ná ná ná hun hun hun há há há não vai ser fácil E eu acho que você me quer também A noite é uma criança e com você eu sou também Não diga não, te espero, vem dançar, vem, vem,vem


mais dessas no site do joão júnior

# 04:18 · comente (0), arquivado em trash
terça, 3 de junho de 2003

sonho de nerd

matrix é a conversa do mês de 9 entre 10 geeks. por quê?

o geek tá lá sentado na frente do computador: mais uma madrugada olhando prompts piscando, dando aquele gmake que não rola há horas.

daí então bate alguém na sua porta: esquece esse make, você é o salvador da humanidade!!

como assim??

te dão, de cara, um monte de roupa maneira. tá rolando uma profecia aí que diz que o resto dos geeks é lammer perto de você, você é rox, o escolhido, deu owned no mundo todo.

ah! de quebra você leva aquela gostosona em roupa de vinil alí. ela saca pra caramba também!

mas pera aí, ela não é muita areia pro meu caminhão não??? nunca vi ela em ircontro.

cê não tá entendendo: tem uma regra aí que diz que se você é o escolhido, ela tem que ficar com você… agora vamos que você vai ter que dar conta de uns hackers aí. se prepara pra atirar, lutar muito kung-fu, saltar de um prédio pro outro…

mas eu não faço nenhum exercício físico há séculos!!!

mas você nunca precisou ter feito, é só parsear esses dados aqui, você compila tudo rapidinho, e no fim você vai ser melhor de que todo mundo que já faz tudo isso há tempo porque, afinal, você é o geek dos geeks.

anda logo, que depois temos que ir pra uma festa rave irada aí, numa cidade onde só tem geeks e todos eles te acham o máximo e querem te conhecer…

# 02:32 · comente (2), arquivado em filmes
segunda, 2 de junho de 2003

shaolin soccer

se os trapalhões fossem chineses e resolvessem fazer um filme com efeitos tipo matrix e muito wire-fu o resultado seria…

shaolin soccer!

# 07:00 · comente (2), arquivado em filmes

w.bloggar e mt 2.64

aproveitei o findi que eu passei doente (pela segunda vez em menos de dois meses esse ar seco e sujo de são paulo me derrubou) pra instalar a nova versão do mt e resolver (well, sort of) um problema que muito me irritava.

tou usando o w.bloggar há uns meses, ele é um cliente windows que usa a interface xml-rpc do mt (e do b2, blogger e outras ferramentas que seguem a mesma api de remote procedure calls) para que você controle e edite seus posts com uma gui bem simples e fácil de usar.

o problema é que ele não dá full-support à unicode/utf-8, e todos os caracteres latinos são estendidos para formatação html.

enquanto o w.bloggar e as interfaces dos bloggers não resolvem esse lapso (sim, porque eu quero que o meu post seja guardado em plain human-readable text), tive que fazer um workaround para que o mt convertesse esses caracteres estendidos para que os feeds rss não dessem pau na hora de serem parseados.

o problema é que mesmo usando o <!CDATA[[ ]]>, que diz para o xml parser ignorar o que está entre os colchetes, muitas aplicações (como o klipfolio) não sabem o que fazer com os caracteres estendidos. continue lendo w.bloggar e mt 2.64

# 05:25 · comente (0), arquivado em ciência & tech, syndication, movable type
domingo, 1 de junho de 2003

guerra dos browsers

com o recente acordo fechado pela microsoft e a aol, toda a inimizade que existia entre as duas companhias está no passado, é o que diz no papel.

a nova ordem é distribuir o internet explorer e windows media como as apps padrão nos novos cds da aol, abocanhando um mercado de mais de 32 milhões de usuários.

como consequência, o consenso geral é que a netscape está com os dias contados: o navigator só continuava existindo porque era o navegador da america online.

dias após o anúncio de tal acordo, uma entrevista com um engenheiro da equipe que faz o internet explorer, rob franco, pipocou na rede.

na entrevista, franco diz que a microsoft não fará mais standalone updates para o ie, e que no futuro, o internet explorer virá embutido no sistema operacional.

a declaração não foi clara e deixou espaço para especulação.

alguns acham que com a guerra dos browsers finalmente vencida e com o marketshare dominado, a microsoft não precisará mais dar updates para versões mais antigas do windows, as novas versões do browser viriam sempre atreladas à novas versões dos seus sistemas operacionais.

outros acham que os updates viriam como patches via windows update, como acontece com a maioria dos updates e security patches do sistema hoje em dia.

uma coisa eu sei: dizer que o ie 6 sp1 é o último explorer standalone é afirmar que a versão não precisa mais de ajustes, o que está muito longe da verdade.

o ie 6 cumpre apenas uma ínfima fração dos features que inicialmente haviam sido previstos: features que obedeceriam padrões estabelecidos pela própria ms junto ao w3c: o rendering de css do ie 6 é cheio de bugs e passa de raspão por algumas das definições da DOM que deveria obedecer, e essa é só uma das questões.

a evolução da internet é rápida e demanda atualizações na mesma velocidade. no timespan entre uma versão de os e outra pode acontecer muita coisa.

tal atitude me faz pensar que a microsoft está mais uma vez menosprezando o poder da internet. a última vez que isso aconteceu, abriu-se um espaço para que a netscape aparecesse e que muita gente declarasse o próprio fim do império do tio bill.

talvez devessemos lembrar o gigante de redmond que o mozilla continua firme e forte. o browser open-source está cada vez mais userfriendly e seus nightly builds consertam bugs diariamente. além do fato que os spin-off projects do mozilla - o renderer gecko, por exemplo - estão abastecendo vários outros third-party softwares que no fim irão garantir a existência do projeto com ou sem fundings da aol.

talvez devessemos lembrar gates que projetos como o deng fazem do flash um renderer de css e xhtml até melhor que o internet explorer, e que com pouco trabalho pode-se fazer um site xhtml rodar em flash, customizá-lo com a sua css preferida e ainda usar todos os features de animação da ferramenta mais famosa da macromedia.

ou talvez não.

# 07:30 · comente (1), arquivado em ciência & tech

off kiln people

“globalization never ended human cultural diversity, but it did transform ethnicity into another hobby. another way for people to find value in themselves, when only the genuinely talented can get authentic jobs.”

# 01:19 · comente (1), arquivado em livros