colateral
colateral = depois de horas do scorsese + arma mortífera.
filme bacaníssimo. fotografia digital foda. jamie foxx é o novo denzel washington. vá ver!
colateral = depois de horas do scorsese + arma mortífera.
filme bacaníssimo. fotografia digital foda. jamie foxx é o novo denzel washington. vá ver!

virei fã de carteirinha do guillermo del toro, ao ver pela segunda vez o hellboy, agora em dvd.
o filme fica melhor ainda no digital, está com uma transcrição estalando de boa.
só vendo o documentário para ver como os truques foram feitos, porque eu sinceramente fiquei boquiaberto com os efeitos quando vi no cinema.
fiquei com uma puta dúvida nas técnicas usadas para fazerem a personificação do ron perlman como hellboy e do outro ator como o abe sapiens. no fim, foi quase tudo feito com boa maquiagem e puppeteering, o que talvez tenha dado o elemento de realismo (mesmo que fantástico) que destaca o hellboy dos outros filmes de super-heróis dessa safra.
se você gosta de adaptações de quadrinhos e ainda não viu hellboy, está perdendo um grande filme. para ser visto pelo menos duas vezes!
já estou na contagem regressiva para a versão estendida.
alguém tem que começar o movimento, então tá: vamos começar!
esta semana sairam três dvds que eu deixei de comprar porque foi lançado a versão fullscreen, aquela sem as barrinhas pretas.
o formato widescreen até a pouco era privilegiado na hora de se lançar um filme em dvd porque ele mantêm as dimensões do filme como o diretor o filmou para o cinema.
e esse deveria ser o formato mais legal de se ter quando você quer comprar o dvd do filme para vê-lo quando quiser. afinal de contas, é um filme que você gosta, não é? então porque não ter o filme por inteiro - você está pagando por isso.
levando o fullscreen para casa, você está deixando 40% do filme na loja e pagando cada por cento que você não leva.
é como pagar por uma coca 2 litros e levar para casa 1,2 litros. ou seja, o maior 171.
o que eu acho que está acontecendo é que com o público que alugava vhs migrando para o dvd, as distribuidoras brasileiras preferem fazer um dvd-master só para cópias que vão tanto para locação quanto para venda, privilegiando o formato de tela do vhs antigo.
o pior é que é puro descaso com o público que compra dvd - a metragem de alguns filmes permite perfeitamente que se coloque tanto a versão widescreen quanto a fullscreen num disco só, até porque as versões brasileiras vem quase sempre depenada dos extras do original importado.
se o filme for muito grande, sempre tem o artifÃcio de se lancar um dvd com dois lados, como a warner fazia há uns dois anos atrás.
só que isso é o tipo de agrado que custa uma fatia do lucro, então nem é considerado.
em qualquer rede p2p se consegue baixar a versão desses três dvds que eu deixei na loja em versão fullscreen e de graça: difÃcil entender se as vendas de dvd caÃrem astronomicamente nos próximos anos?
essa convenção usada pela folha de são paulo (e outros lugares) de escrever techno sem o ‘h’, como se a palavra fosse derivativa do termo ‘tecnologia’ como é escrito em português, é a maior roubada.
até porque a folha mesmo não mantém o mesmo padrão para escrever tech-house, que assim é escrito ao invés de tec-house, que seria mais coeso.
chutando a hipérbole, house deveria ser casa, jungle deveria ser selva…
ou seja, não funciona. escolha infeliz.
(o pior é que o tal do tecno foi muito bem recebido pelos jornalistas que costumam falar de música eletrônica. enfim, não tem mais volta.)
Uma comunidade do Orkut planeja se juntar em frente ao Masp no domingo, às 15h, para um “flash mob”. Eles são fãs do desenho Pica-Pau -mais especificamente, do episódio em que o personagem desce as cataratas do Niágara num barril.
[link]

imperdível, este dvd coletânea de vídeos da warp.
aphex twin, autechre, lfo, plaid… we wants it!
infelizmente tanto o alien vs. predador e exorcist: the beginning parecem ser a bosta que todo mundo esperava que fossem.
ambos os filmes tiveram problemas com os estúdios que os bancaram, e isso nunca é um bom sinal.
pelo menos quem já viu está concordando que os dois filmes começam bem, para depois degringolar num esquemão de fórmulas já desgastadas pelo o uso.
a prequel do exorcista foi completamente refilmada e corre o boato que o avp quase que não estréia porque a fox re-editou o filme inteiro uma semana antes da estréia para descolar uma censura 13 anos (ou seja, espere várias pessoas-secas, aquelas cortadas no meio por super-lâminas que não derramam nenhuma gota de sangue das vítimas).
é daqueles filmes que eu vou ver mesmo com as expectativas lá em baixo.
a pearson vue tá fazendo teste de certificação IT php/zend no brasil.
e não é caro, 200 U$. será que o mercado brasileiro liga para isso?
bem, o que mais tem por aí é programador de php. e o mais difícil é achar estagiário de php, porque todo mundo já aprende a dar uns echos e sai por aí cagando a maior regra.
qualquer coisa que passe uma peneira é bem vinda.
o que é esse tema da cobertura das olimpíadas da band? meu deus!
dizem que é a margareth menezes, renascida das cinzas, gritando umas coisas tipo vai brasil, mostra tua garra…
e tem uma hora que ela se empolga e começa a gritar. enfim, um show de horror.

yeah! estreou o site do rebordose.
por enquanto, só é um blogzinho bacana. com o tempo deve crescer e ganhar outras seções e tals.
a interface deve mudar bastante, com opções de estilos e frescuras mais (tudo com um xhtml e css hardicóri).
a festa de lançamento do coletivo rebordose, não se esqueçam, é amanhã!
kleto, mental giu, spiceee, frança, miguel e enrico animam o porão da faculdadde de direito são francisco, no centrão de são paulo.
“I have knowledge that i cannot use, on a journey I cannot control, the aims of which I do not share or understand, and I am longing for a home I fled, and for a place I have never seen.”
China Miéville, The Scar
coloquei no ar um miniset que eu fiz para uma rádio de uberlândia/mg.
muito offbeat techno com 12″s do reeko, exium, hu, rubato, olga&jozef, christian wunsch, takaaki toh, oscar mulero, surgeon… enfim, só iluminati, véio!
a pergunta é a seguinte (é um tópico do orkut mas merece o breakthru):
que adaptação você bancaria se fosse uma mega-produtor da indústria cinematográfica?
as minhas são:

não é que o padre era o demo mesmo? no último episódio da primeira temporada a revelação já era bem previsível.
teve alguma bomba? acho que não. não sabemos ainda o que é a tal da gerência e nem aquele índio com a árvore tatuada no peito. vai ficar tudo para a próxima, que só vai começar em janeiro do ano que vem na hbo gringa.
de qualquer maneira, não deu de desgrudar os olhos nem um minuto. que história macabra, essa.
dizem o yorkut que se a sofie sobreviver ao incêndio ela deve ser a nova peça do jogo dos iluminados, que talvez ela conheça o padre e tenha um filho dele ou que ela seja o real nemesis do padre-demonho. enfim, elucubrações de viciados sem a droga semanal. ou não!
filmes de zumbis são ótimos sempre - se eles forem bons, são bons; se são ruins, ficam melhores ainda. não tem muito como errar.
a prova deles serem bons é que ninguém deixa de vê-los mesmo que nunca expliquem porque os zumbis precisam comer cérebros dos vivos para… pra que mesmo? para continuarem mortos e comerem mais cérebros!
a idéia de se fazer uma comédia de situação com zumbis é tão genial que esse shaun of the dead só podia ser um filme inglês.
já tá na lista de must-see.

sim, tenho que fazer o meu ato de contrição. contrariando todas as minhas expectativas, i, robot do alex proyas é um filme de fc bem decente.
como dava para perceber pelo trailer, é um filme de ação policial (um duro de matar no futuro) e não entra em discussões profundas sobre as três leis do asimov.
dado o passado do proyas (o corvo, dark city), o filme poderia ser um pouco mais dark - a história pede e cairia muito bem. só que com o will smith no papel de mocinho (tudo bem, ele está bem tragável) as piadinhas (no estilo mib) não têm como não acontecerem.
no fim elas são releváveis porque tudo é muito bem feito. os robôs (em especial o sonny, o modelo rebelde) estão totalmente acreditáveis e inseridos de maneira excepcional na atmosfera do filme.
não sou muito fã do asimov, então nem pude examinar o filme sob o aspecto de quão digna é a adaptação. dá pra ver que não é uma história dele na tela, mas pelo menos as três leis (e a interpretação delas) estão lá assim como sairam dos livros.
sabendo-se que a fox meteu os dedos na versão final, ainda temos a possibilidade de um director’s cut daqui a uns anos. mas caso isso não aconteça, do jeito que está esse i, robot já diverte.
não mudou o template não.
é em algum momento do dia de hoje substituiram o meu index.php por uma versão velha e, como não tenho um back-up aqui comigo vai ter que esperar até segunda.
é o segundo finde com problemas no bloghosts. eles geralmente são rápidos em consertar as coisas, mas o problema é que a minha confiança no serviço vai se esvaindo…
update: lógico que fui eu quem comeu bola.

mesmo correndo o perigo de ver uma população destas invadindo a casa de todos os amigos cinéfilos, estou divulgando as almofadas inspiradas em cartazes de filmes que o nando colocou no blog dele e que eu encomendei no mesmo minuto que as vi!
eu queria todas, mas fiquei com as do kubrick e essa aí em cima, só para começar a coleção.
o que tem mais me chateado sobre o orkut (além da lentidão e bugs que já viraram costume, lembrem-se que o site ainda - e sempre - esteve em beta) é a falta de gente falando coisas interessantes nas comunidades. trocando informações relevantes, me dizendo coisas que eu ainda não sei.
o problema é que o orkut é um microcosmo de um universo muito maior e mais interessante que é a web. eu posso assinar uma lista de discussão sobre flash com os comandantes do batatal (citando o caio) ou tentar entrar nas últimas mensagens da comunidade flash do orkut para ver o que os pau-mandados do comandante do batatal estão falando. e eu prefiro ouvir do comandante.
é lógico que é bom ter seus amigos reunidos num só canto e ainda poder discutir sobre o que você mais gosta com outras tantas pessoas. só que o papo nas comunidades nem sempre satisfaz.
eu estou numas de diminuir as minhas comunidades, estreitar o meu espectro de atenção. entalpia.
update: todos os meus amigos no orkut sumiram. isso mesmo, estou conectado a 1125686 pessoas por 0 (zero) amigos (???). talvez seja a hora de deixar o orkut de lado, mesmo.
“o filme (brilho eterno de uma mente sem lembranças) comete alguns pecados capitais, ao apelar desnecessariamente para alguns dos recursos mais manjados e utilizados nos últimos tempos no cinema estadunidense - e, mais uma vez, estes não serão mencionados pelo motivo supracitado -, transformando a projeção numa montanha-russa, no pior sentido da metáfora.”
[link]
tem - gente - que - come - cocô!
há de se convir que são paulo é única quando se fala em festas. olha só os horários das minhas gigs no próximo finde (domingo):
pankada
reverse tunes, fuska, markus, julião, jerome hill, enrico, bondi du satã, frança, spiceee (8:00 am), mr. gil e miguel [link]
turn around @ juke joint
roger rabbit, nisek, spiceee (em algum momento depois das 10 da matina) e adriano ps [link]
“Heal me, he thought, not understanding what he thought, hoping for a reconfiguration. There was a caustic pain as he peeled off a clot of old life and exposed himlself open and unsure to her, to new air. Breathing fast again. His feelings welled out and bled together (their festering ceased) and they began to resolve, to heal in a new form, to scar.”
China Miéville, The Scar.
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