home/ arquivo setembro de 2004

quinta, 30 de setembro de 2004

trilobite

eu queria ter um bixinho de estimação mas acho que vou esperar o trilobite chegar por aqui.

ele é praticamente um r2d2 que limpa a poeira da sua casa. se atender pelo o nome já faz mais do que 90% dos cachorros que eu conheço!

# 11:46 · comente (0), arquivado em ciência & tech
quarta, 29 de setembro de 2004

quebrando ovos

acho o omelete uma referência bacana, mas coisas assim me deixam com uma pulga atrás da orelha.

é feio copiar matéria copiada/traduzida quase palavra por palavra, né (1, 2). ainda mais feio é assiná-la (coloca um redação omelete ou qualquer coisa assim).

e o pior é que a matéria original é da variety, não é nenhum aintitcoolnews não.

# 18:53 · comente (0), arquivado em web

exorcist: the beginning

que bobagem que é esse prólogo do exorcista.

tudo bem, eu já sabia que seria mais ou menos isso, mas esperava, lá no fundo, que o filme me surpreendesse.

e olha que a cena de abertura, um padre num vale cheio de gente crucificada virada de ponta-cabeça, prometia uma grande surpresa… mas que nada, é mesmo o filme encomendado pela morgan creek para satisfazer a geração pânico, depois do estúdio ter dado o cartão vermelho para a versão “terror-cabeça” filmada pelo paul schrader.

não entendo como alguém pode ter pensado que um prólogo do exorcista poderia refazer o sucesso do filme de 73: é um filme que teria que se passar na áfrica, nos anos 40, ou seja, teria que ter um contexto histórico mínimo que sugeste um tipo de terror muito mais psicológico do que um diretor de freddy krueger (o diretor do the beginning também fez o quarto redento dessa série) conseguiria filmar.

o que renny harlin e o roteirista alexi hawley decidiram fazer é quebrar o roteiro escrito originalmente por caleb carr para a versão renegada e enfiar uma cena para causar susto a cada dez minutos de filme, quer a história permita ou não.

alguns sustos são bons, os que não envolvem computação gráfica, pelo menos. isso porque o cgi do filme é sofrível, ruim, estranhamente ruim. as hienas cgi, uma das manifestações do demonho (que também se faz presente com corvos, ventos, faltas de luz inexplicáveis e todos os outros clichés possíveis), são especialmente mal-feitas.

com esse arsenal de truques para transformar o filme num thriller pipocão, harlin esqueceu do exorcismo, que tinha que acontecer de qualquer maneira - afinal, é o que título do filme sugeste.

e o bendito (sic) exorcismo acontece sim, espremido nos últimos minutos do filme e, de quebra, causando pelo menos dois furos na trama do filme de willian friedkin.

o pouco que é dito sobre o exorcismo que o padre merrin tinha feito anos antes de encontrar com o pazuzu encorporado na linda blair é que tinha sido um garoto e que tinha levado semanas, acabando com a saúde do padre.

mas porque não dar uma de shyamalan e reservar uma surpresa para o final? o demônio estava encorporado era na doutora gostosona, e muito esperto, se escondeu do padre fazendo ele acreditar que era um pobre menino queniano até o final do filme. que malandrinho, esse belzebu.

a única coisa que salva esse the beginning é mesmo a bela fotografia do vittorio storaro (apocalypse now) e a boa atuação de stellan skarsgard como o padre merrin, que já entra pro guiness como o primeiro protagonista a atuar no mesmo filme duas vezes no mesmo papel (coitado).

agora só nos resta esperar o dvd americano, que sairá até o fim do ano com a versão do schrader como extra. se o boca a boca tiver algum fundo de verdade, o filme merece atenção.

# 16:10 · comente (1), arquivado em filmes

anos atrás: repo man (2003)

terça, 28 de setembro de 2004

videodroming

“In a Cronenberg film, pathology is never confortably external. It doesn’t come from Mars or from Communism the way it did in the fifties movies. Nor does it rage like an unkillable zombie virus in the way that seventies and eighties filmes symbolized the effects of radiation and AIDS.

In a Cronenberg film, pure pathology is often indistinguishable from pure pleasure - and their common source is the the body, whether it’s the mutated torso of James Woods in Videodrome or of Jeff Goldblum in The Fly, the mangled forms of the car-crash victims in Crash (1996) or the mangled psyche of the title character in Spider.”

Carrie Rickey, Make Mine Cronenberg.

# 12:44 · comente (0), arquivado em filmes
segunda, 27 de setembro de 2004

dono do próprio nanonariz

To survive without human help, a robot needs to be able to generate its own energy. So Chris Melhuish and his team of robotics experts at the University of the West of England in Bristol are developing a robot that catches flies and digests them in a special reactor cell that generates electricity.

link

# 21:01 · comente (0), arquivado em ciência & tech

novo gigabeat

esse é o gigabeat f60 da toshiba, a ser lançado no japão (e, pelo preço de US$575, deve ficar só por lá mesmo) em novembro.

os 60 gbs, o lcd e o novo visual branquinho são visivelmente uma tentativa de correr atrás do prejuizo causado pelo ipod-mini, que desapareceu das prateleiras assim que foi lançado por lá.

a tela colorida do gigabeat deve ganhar uns fãs entre os otakus tecnófilos.

o foda mesmo é que o ipod já virou plataforma: quem compra, já fica de olho nos acessórios tipo o itrip e italk

# 18:32 · comente (0), arquivado em ciência & tech

precious pod

mine, my own

# 14:42 · comente (2), arquivado em ciência & tech
sexta, 24 de setembro de 2004

zona eleitoral

este blog do tas na zona é desensibilizante. não dá para se chocar com mais nenhuma figura destas.

é como se o elenco de um a praça é nossa de uma dimensão paralela tivesse cruzado o universo para nos dominar, começando pela câmara de vereadores.

the horror, the horror.

# 10:51 · comente (0), arquivado em trash

novo dell

ainda acredito que nunca mais conseguirei usar um desktop como computador pessoal, mas esse novo dellzinho superslim com qual eu estou trabalhando agora está me conquistando aos poucos.

# 01:18 · comente (2), arquivado em ciência & tech

anos atrás: rssify the world (2003)

quarta, 22 de setembro de 2004

lucas, outra vez

aliás, eu acabei de ver a versão “atualizada” do imperio contra-ataca (da trilogia recém-lançada) e as mudanças estão igualmente bem dosadas.

parece que qualquer informação sobre o que foi alterado também não existe em nenhum extra, mesmo que eu tenha somente olhado o dvd bônus muito rapidamente.

# 03:00 · comente (0), arquivado em filmes

thx 1138

não houve quem não tremesse nas bases ao ouvir que george lucas estava dando uma mexida geral no seu primeiro longa para um novo release em dvd.

mas ele acabou acertando a mão, viu.

esse novo thx decididamente perde um certo glamour por ter deixado de ser filmão b, mas, por outro lado, o upgrade poliu a rudeza do baixo orçamento e amplificou a idéia inicial do filme, sem em nenhum momento prejudicá-lo.

as mudanças têm mais a ver com a inclusão de novos planos de fundo em cgi que dão uma certa profundidade principalmente às cenas iniciais do filme. a imagem foi enxugada até o último pixel, parece que o filme foi feito ontem e o dvd vem com um bom pacote de extras.

só senti falta de um featurette falando da restauração e a inclusão dos novos elementos e efeitos. mas é o tipo de coisa que lucas nunca permitiria porque ele quer que essa versão seja encarada como derradeira e definitiva… eu até entendo se o resultado for tão bom quanto esse do thx 1138.

# 02:56 · comente (0), arquivado em filmes, dvds

anos atrás: groovetech rip (2003), overload (2003)

terça, 21 de setembro de 2004

off secret life

“The smell on the third floor did not come from someone’s rotted lunch, but from an executive vice president who, having lost a spoon behind the lunchroom refrigerator late one night, fell during his efforts to retrieve it, was knocked unconscious, and died without a murmur in that small space, victim of the diet that allowed him to fit, not found for three weeks, the whole episode distasteful to his wife and four children, not to mention the day janitor who found the body and almost left it there, hopeful that at some later date the white of picked-at bones might be more easily cleaned up.”

(what a sentence!)

Jeff VanderMeer, Secret Life.

# 16:08 · comente (0), arquivado em livros
quinta, 16 de setembro de 2004

rails e ruby

é impossível não assistir este demo-video de como editar um script em ruby que atualize um mini-blog, rodando em cima do framework rails, e não achar tudo muito prático.

essa simplicidade pode ser alcançada perfeitamente com o php usando os templates dinâmicos do dreamweaver, é verdade. eu sei porque já fiz.

mesmo assim, o ruby parece proporcionar soluções intrinsecamente simples usando só um editor de texto e algumas linhas de código.

gostei.

# 21:13 · comente (0), arquivado em ciência & tech

anos atrás: the drazens (2003)

terça, 14 de setembro de 2004

houaiss para firefox

criei uma mini-extensão que adiciona o houaiss no searchbar do firefox/mozilla.

ainda não testei para versões abaixo do firefox 0.9, mas é tão básico, deve funcionar.

(precisa ser assinante do uol e sim, eu acho o aurélio melhor, mas ele desapareceu do uol por algum motivo).

importante: a mini-extensão não é endorsada pelo uol ou pelo houaiss, é só uma aplicação que eu fiz para facilitar a minha vida e que eu estou oferecendo para todo mundo num esquema as-is.

se você está usando um desses browsers, clique aqui para instalar.

# 22:15 · comente (7), arquivado em web

escape from butcher bay

the chronicles of riddick: escape from butcher bay quebrou o meu jejum de xbox - fazia tempo que não saia um jogo tão legal para o console.

efbb (já abreviando) também é decididamente o primeiro jogo adaptado de filme para xbox que se sustenta como jogo mesmo, sem apelar para o fator tie-in (jogos de filme são quase sempre aquém de regulares devido à pressa com que têm que serem feitos para o lançamento casado com toda a campanha promocional).

o riddick em questão é um bandido sem rumo e sem passado, num futuro inóspito, que tem que se livrar de caçadores de recompensas e eventuais prisões.

“interpretado” por vin diesel (que também empresta sua cara e voz para o jogo) em dois filmes já exibidos aqui (eclipse total e a batalha de riddick), ficam acima da média em se tratando de filmes de ação espacial tipo missão marte, planeta vermelho, fantasmas de marte, etc.

o jogo, um shooter bem parecido com halo, retrocede um pouco na história do primeiro filme e fala de como riddick escapou de uma colônia de prisioneiros num planeta distante.

a jogabilidade é boa e combina lutas, shoot’em up’s e plataformas. aliás, a classificação shooter tem que ser levada sem muita seriedade pois 50% do tempo do jogo riddick passa sem arma nenhuma, só fugindo e se escondendo.

a estrutura do jogo é bem dividida e as fases, se é que existem, vão mudando o bastante para não se tornarem variações e recombinações de elementos de outros shooters famosos.

os gráficos são sim bem trabalhados, mas não é o jogo mais bonito já feito para xbox como se alardeou por aí. alguns modelos e bumpmaps falham se escrutinizados com o botão de zoom do riddick, por exemplo.

os pontos negativos ficam pelo excesso de loading time (cada vez que riddick morre a fase inteira tem que se lodar outra vez - um saco!) e pelo tempo de jogo ser incrivelmente curto: eu como geração atari 2600 terminei em uma semana, a garotada geração psone terminou em menos de oito horas!

de qualquer maneira, para quem está contando os dias até 9 de novembro quando será lançado o aguardado halo 2, esse efbb é o aquecimento ideal.

# 01:55 · comente (0), arquivado em games
segunda, 13 de setembro de 2004

sonar review

só consegui ir no sonar noite, na verdade. na quinta eu passei no tomi otake para pegar a credencial e vi rapidamente alguma coisa das exposições tomando forma.

do que vi, achei que o saldo final foi positivo.

como já falei aqui, o techno atual foi fracamente representado no festival. o que não faz muito sentido quando se tem uma lista enorme de djs espanhóis que estão ditando as regras do estilo para o mundo todo (e sendo o sonar de lá, me pergunto porque não exportar esse talento nacional para outras praias).

de qualquer maneira, o minimal/gitch/click/laptop techno foi bem representado por sets competentes do matthew dear, ricardo villalobos e (dizem) do akufen.

tinha muita, mas muita gente perguntando para quem podia que tipo de música que era o que o villalobos estava tocando, por exemplo… o livrinho distribuido na porta com a programação podia ser mais informativo neste sentido.

jeff mills começou como o melhor set do mundo, com cenas do 2001 do kubrick mixadas ao vivo usando o novíssimo dvdj da pioneer. terminou sendo ele mesmo o melhor vj do sonar noite, amarrando o seu set com a informação visual exata.

com o passar do tempo, mills sentiu que o seu som teria que ser um pouco mais destilado para agradar o público do festival, e daí o set perdeu um pouco de qualidade.

o set só voltou a empolgar quando ele reviveu os clássicos disco i feel love e le freak remixados no ato com o dvdj, levou todo mundo a loucura e acabou fechando o set como o melhor dos dois dias.

outros destaques do dia: angel molina (o único representante espanhol na pista park stage) fez um bom set de abertura pro mills, nada de outro mundo. matthew herbert no club stage foi bem bacana, merecia mais gente na pista.

no segundo dia, matthew dear dominou. segurou a pista muito bem, impondo seu estilo, do jeito que tem que ser feito num festival cuja a pauta é trazer novos sons e não ficar chovendo no molhado.

o set do laurent garnier ficou devendo. foi bem mais introspectivo do que se pode ser quando se toca para um grande número de pessoas. um som mais agressivo iria, com certeza, fazer a tenda toda pular junto.

eu, sinceramente, não gostei do trabalho de nenhum dos vjs do park stage. achei muita informação, sem nenhum tipo de congruência, sem uma harmonia entre cores, só um monte de poluição se alternando freneticamente nos telões.

o que mais me incomoda é essa mania de forçar uma mensagem política no vjing. ninguém sai para ser educado à força, gente (ainda mais com frases cheias de erros de português e inglês).

tinha um que ficou uma hora passando marcas de todos os tipos de corporações com frases feitas tipo “pare de consumir”… isso num evento onde quem assina o cheque que paga o dj e o vj é uma dessas corporações - demagogia pura.

mas o pior mesmo era o tom político de outras mensagens, escritas de uma maneira ininteligível, algo parecido com “os políticos são pessoas onde que eles traem o povo”… ninguém merece olhar para isso a noite inteira, vai!

vjs, peguem leve! curtam a vida e deixem a música fazer o trabalho dela.

# 18:33 · comente (4), arquivado em música
domingo, 12 de setembro de 2004

sonar 4

laurent

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# 02:30 · comente (0), arquivado em moblogging

sonar 3

françois k

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# 01:30 · comente (0), arquivado em moblogging

anos atrás: cabuloso (2003), gibson desliga o blog (2003)

sábado, 11 de setembro de 2004

sonar 2

villalobos

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# 02:30 · comente (0), arquivado em moblogging

anos atrás: dj skribbles (2003)

sexta, 10 de setembro de 2004

sonar

molina

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# 22:30 · comente (0), arquivado em moblogging

redesign

comecei a redesenhar este blog de uns dias para cá. é um redo total: estrutura, design e conteúdo.

fiz uma lista com quatorze itens entre alguns novos features (posts relacionados, subcategorias, ‘estrelas’ nas resenhas) e outros acertos dedicados à dar uma arrumação geral na casa (paginação em arquivos, uma única sidebar com docking itens e por aí vai).

o blogware of choice continua sendo o wordpress.

por que é que eu fico tão produtivo quando chega perto das férias?

# 17:34 · comente (0), arquivado em wordpress

rise and fall

é engraçado ver como os blogs morrem quase sempre seguindo um padrão bem identificável.

o autor fica uns dois meses sem escrever nada, volta, escreve uma mensagem meio nada a ver (visivelmente uma tentativa forçada de retomar as atualizações), e fim do blog.

ele ainda vai ficar pelo menos um ano com essa última mensagem até ser tirado do ar.

raramente o autor tem a boa idéia de deixar um epitáfio, sinalizando que o blog acabou de vez. até porque, no fundo, deve causar algum sentimento de segurança saber que a possibilidade de voltar a escrever ainda existe…

# 14:10 · comente (0), arquivado em web

anos atrás: red meat (2003)

quinta, 9 de setembro de 2004

megaliga

dublei um executivo da gravadora records hoje num episódio do megaliga foi só uma frase mas achei mó legal!!!

será que isso dá grana? aviso quando for para o ar!

# 20:53 · comente (0), arquivado em tv

sonar

bem, eu necessariamente não vou me “renovar de novo” porque já me renovei com o jeff mills, laurent garnier e demais atrações há 8 anos atrás.

quero dizer, nada é novo nesse sonarsound brasil no terreno do techno, os nomes do line-up estão nos nossos cases há pelo menos dez anos.

mas isso não é razão para não ir conferir: a “proposta musical” dos caras ainda é válida e se não é tão new trend quanto a nokia quer que você acredite, pelo menos ainda permanece bem contemporânea e interessante.

resta saber se o público mega-rico-descontrol que conseguir passar pela peneira dos 80 reais por evento vai se comportar de maneira adequada ou vai fazer do sonar brasil um desfile de aparecismo

eu estou de credencial na mão e afim de ouvir música com o mínimo de conforto (ie: bares acessíveis, banheiros idem, filas moderadamente grandes pero encaráveis, equipamento de som bom).

vamos ver o que vai acontecer!

# 19:49 · comente (0), arquivado em música

anos atrás: gizele fala (2003), filmes... (2003), blogs, fotologs, etc. (2003)

quarta, 8 de setembro de 2004

amazon

cada vez mais venho vendo gente se queixando da amazon.com por uma razão ou outra.

o que eu tenho notado, pelo menos quanto a livros e dvds, é que o prazo de disponibilidade dos produtos está caducando de desatualizado. livros que o site lista como disponíveis em 3 a 4 dias às vezes levam 4 meses para serem encontrados.

outra: quem depende do web services deles para viver (e tem sites por aí que ganham uma boa grana com o programa de sites associados), está ralado. o suporte é bem inconsistente e a plataforma muda, sem avisos prévios, do dia para a noite.

junte isso à onda de pedidos de demissão (123) de gente bem, um, pivotal lá dentro e o futuro da empreitada de bezos está na balança.

eu, pessoalmente, sempre achei que eles deveriam ter ficado só nos livros e (no máximo) dvds. e olha que isso já deve ser um trampo de logística de estoque e transporte ferrado.

do jeito que está, parece que eles estão crescendo e agregando outras lojas e produtos sem nenhum tipo de estudo e (ou) aumento de pessoal.

# 21:08 · comente (1), arquivado em web

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