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quarta, 31 de maio de 2006
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segunda, 29 de maio de 2006
o olho que tudo vê
tudo começou com uma câmera de vigilância no elevador da firrrma. em pouco tempo, passou para duas outras em cada corredor, uma dessas colocada desconfortavelmente à porta dos banheiros.
agora temos uma na sala de trabalho, apontada, talvez pelo acaso (pollyanna mode: on), para os monitores de boa parte da equipe.
o fato é que, entre as câmeras do meu prédio, as dos bancos e lojas que passo pelo caminho e as do local de trabalho, estou sendo monitorado na maior parte do meu dia.
1984 em 2006.
ps. desligaram a câmera da sala.
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season 2 finale do lost 



a essa altura é impossÃvel achar que lost vai chegar a uma conclusão, algum tipo de encerramento até que a série chegue ao seu fim derradeiro.
o pai de jack, o urso polar, os lostzillas, o bebê da claire, a segunda temporada os ignorou como se fossem de uma outra série.
talvez seja necessário mesmo dar sumiço em algumas coisas e inserir outros “mistérios” (uma estátua de quatro dedos!) para poder garantir assunto para as próximas quatro temporadas (rola um papo que iria até a sexta).
o problema é que o sucesso de lost está baseado num fio lógico que, está mais do que prometido pelos criadores da série, existe. só que até agora todas as elucubrações de fãs em fóruns como o the fuselage parecem mais interessantes do que se vê na série até o momento.
resta saber quanto tempo lost ainda pode manter seu público especulando sobre a grande resposta, quando está ficando claro que ainda não existe tal coisa. este é um mistério que vai com certeza ser revelado pelas pesquisas de audiência na próxima temporada.
agora, os spoilers…
continue lendo season 2 finale do lost →
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anos atrás: hal e ibm (2005)
quinta, 25 de maio de 2006
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cell 


não consigo lembrar do último livro de s. king que eu li antes deste cell, só sei que eu tinha lido tudo que podia aguentar sobre garotos excepcionais e extra-terrestres em volumes que beiravam as oitocentas páginas.
cell parece ser muito bem editado, sem partes lentas e que não servem ao fluxo da trama, o que num livro de king só ajuda.
trata-se, a dedicatória à george romero entrega já no inÃcio, de uma zombie novel, mas com um quê tecnofóbico: numa tarde de outono uma ligação transforma instantaneamente todos os portadores de celular numa espécie de zumbi, causando explosões, acidentes de carro e aviões; um 9 de setembro de proporções continentais.
king conta, a partir daÃ, a história de um trio improvável de sobreviventes que se unem no desespero do momento e começam a procurar abrigo enquanto as hordas de zumbis vão ficando cada vez mais organizadas.
o que impede cell de habitar o topo da produção de king é o último terço do livro, que infelizmente não sobrevive à promessa do virar de páginas que é o começo. é o preço de se tirar o chão dos pés do leitor assim de supetão sem uma ótima razão reservada para o final.
é preciso dizer, no entanto, que cell está muito acima de tommyknockers ou desesperation. enxuto e com várias referências culturais moderninhas (de “crazy frog” à “emo”, king mostra que é tudo menos um escritor ermitão), é leitura pop e diverte.
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quarta, 24 de maio de 2006
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terça, 23 de maio de 2006
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o código da vinci 

muito embora eu tenha um paperback do sucesso de dan brown, nunca cheguei a lê-lo. porém, acho tudo que envolve cavaleiros templários fascinante e fui ver a adaptação para o cinema do livro com a intenção de me divertir.
o filme de ron howard, burocrático e sem muita inspiração, quase soterra a boa história. o roteiro teima em ser entendido a qualquer custo, fazendo de audrey tautou muitas vezes um papagaio que repete as conclusões do simbologista interpretado pelo apagado tom hanks (que com aquele cabelo está mais para ginecologista quarentão do que um scholar).
a cadência do filme, que estrapola as duas horas e meia de duração, também funciona contra a adaptação, que só diverte porque o assunto é realmente interessante.
o código da vinci deve servir o seu propósito, o de fazer milhões aos seus produtores. o triste é ver tão pouco amor ao cinema num filme (o que torna compreenssÃvel a dura recepção que o filme teve em cannes) e tanto desprezo à s belas locações européias, subaproveitadas pelo diretor zé buscapé.
que tivessem adaptado o livro como uma mini-série para tv. teriam mais êxito.
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sexta, 19 de maio de 2006
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quinta, 18 de maio de 2006
polysics
polysics é a banda da semana no ipod e um dos segredos do novo rock nipônico. misturam devo com mario bros, punk e tecnopop japonês.
estão preparando a segunda turnê inglesa, depois de uma bem sucedida série de shows abrindo pro kaiser chiefs e uma turnê pelos estados unidos que passou pela já hypada conferência/festival sxsw agora em março.
assista ao vÃdeo de i my me mine e baby bias, singles de now is the time!, o mais recente da banda, e veja que animados são os shows deles (1 2 3 4 5) !
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quarta, 17 de maio de 2006
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terça, 16 de maio de 2006
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segunda, 15 de maio de 2006
pânico em sp
Panic on the streets of London
Panic on the streets of Birmingham
I wonder to myself
Could life ever be sane again?
The Smiths, Panic
já estou em casa; ninguém tinha culhões para voltar para casa depois do anoitecer.
a mtv cancelou todas as gravações de programas com platéia até segunda ordem; todas as lojas da minha rua estão fechadas.
mas o que importa é que o brasil é o grande favorito!
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quinta, 11 de maio de 2006
el laberinto del fauno
o trailer do novo de guillermo del toro está no ar e, mesmo com a qualidade indecente do flash video, promete.
[via twitch]
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cakephp 1.0
o que não falta em desenvolvimento web hoje em dia é framework.
mesmo que muito do que se prometa (corte do trabalho mais básico e enfadonho, código mais enxuto e de fácil manutenção) ainda dependa mais de quem programa do que se pensa (sim, dá pra escrever código obfuscado e levar mais tempo do que o necessário com framework), não dá para negar que, quando vencida a curva de aprendizado, um framework pode facilitar a vida de quem precisa lidar com deadlines impossÃveis no seu dia a dia.
muito embora o rails ainda seja o deus entre os frameworks não comercias, testei e aprovei o cakephp, um de muitos frameworks para php.
continue lendo cakephp 1.0 →
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chupim the whales
há de existir um certo bom senso na hora de chupinhar conteúdo de outros blogs.
copiar um link para um vÃdeo bacana do youtube e não dar crédito ao blog da onde achou é quase uma convenção, visto que quase nunca se descobre um vÃdeo do youtube sozinho hoje em dia.
agora, copiar descaradamente um conteúdo autoral (e, no caso do fatos aleatórios sobre silvio santos, fruto de um coletivo de usuários mais o programador que escreveu a aplicação) e não citar a fonte é pura pilantrice!
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