re-apertem os cintos…
segundo relato de vários amigos, o caos nos aeroportos voltou com tudo (e com jeitinho que fica para as festa de fim de ano).
segundo relato de vários amigos, o caos nos aeroportos voltou com tudo (e com jeitinho que fica para as festa de fim de ano).
fui tagueado pelo ibrahim.
último livro comprado: precious dragon: a detective inspector chen novel, de liz williams.
estou lendo agora: nova swing, m. john harrison (ficção) e the science of fairy tales de edwin hartland (não-ficção).
número de livros que eu tenho: 400+
três livros que significam muito para mim: the talisman, do stephen king e peter straub, the catcher in the rye, do j.d. salinger e perdido street station, do china miéville.
últimos filmes que vi: graveyard of honor e sukiyaki western django, do takashi miike, evil aliens do jake west.
filmes que significam muito para mim: 2001 e o iluminado, do kubrick, o exorcista, do william friedkin, dawn of the dead, do george homero, invasores de corpos do philip kaufman, cure do kiyoshi kurosawa, que horas são aí? do tsai ming-liang, lost in translation, da sofia coppola, a trilogia do senhor dos anéis, do peter jackson…
último “cd” que eu comprei: libration / resonance, substance & vainqueur
música que está ouvindo agora: come back margaret, do camera obscura
três músicas que significaram muito pra mim: user killer do reducer, learn your lesson, do british murder boys, where is my mind, do pixies
bebida favorita: café
entidade favorita: não tenho
férias favorita: trancoso 98
vício favorito: dvds
cinco pessoas para responder a estas perguntas: as primeiras que lerem isso!
você precisa de uma figura classuda, que fale com um público sofisticado, que simplesmente merece “mais”: claudia raia.
você precisa de alguém que venceu na vida, intelectual mas gente fina, para falar com aquele público que um dia vai chegar lá: selton mello.
você precisa vender a idéia de um produto para a moçada cool, cabeça-feita: black power com street dance.
você precisa levar um papo sério com a moçada cool, cabeça-feita: black power, sem street dance.
você não sabe direito o que precisa: rafinha.
tenho fuçado as grandes aplicações web que usam ou tentam implementar, até certo ponto, os conceitos RESTful em suas APIs.
o twitter é, das apps mais conhecidas, uma que mais se aproxima de uma aplicação web que segue os padrões “milenares” do HTTP para simplificar a externalização das operações do site. desse modo, é possível criar algo como lo grande twittador em menos de meia hora usando rails 2.0 com activeresource.
nada mais cômodo para você twittar nesse dia internacional de se hablarse portunhol!

london to brighton começa com kelly, talvez a prostituta mais feia da história do cinema e com um olho inchado que nada faz para torná-la mais bonita, escondendo joanne, uma menina de 12 anos, num banheiro público e indo fazer um programa para conseguir pagar um trem para fugir de londres.
as duas fizeram algo visivelmente muito errado e o filme do iniciante paul andrew williams vai contando, em flashbacks, o que levaram as duas a escapar dali.
kelly topara acompanhar uma menina que seu cafetão ofereceu a duncan, pedófilo e aparentemente algum chefe de uma modalidade de crime organizado. só que kelly, que cuidou de achar a menina joanne, órfã de mãe e surrada constantemente pelo pai e que a pouco tinha fugido de casa, quando ouve os apelos da menina ao ser amarrada na cama pelo cliente volta atrás e invade o quarto para impedir o ato. há uma briga e duncan é ferido a facadas.
o filho recebe uma ligação de um duncan moribundo e vê o pai morrer quando chega no seu apartamento. ele vai ao cafetão, derek, o arquétipo do ser amoral, e o ameaça, cortando sua perna com um estilete, a achar a prostituta e a criança.
a viagem de londres para brighton funciona como um resgate da dignidade de kelly e joanne. joanne está muito longe de ser a criança indefesa e vitimizada que se vê em dramas, o seu personagem é complexo e um dos pontos mais fortes do filme. kelly, cujo olho inchado a torna quase um monstro na tela, vai readquirindo uma moral que ela mesma achava que tinha perdido, mesmo que sua aparência a force a se humilhar ainda mais para conseguir arranjar um programa e juntar dinheiro para continuar a fuga.
o fim da história não é nem o que se esperava que acontecesse, nem o que se temia. paul andrew williams imprime uma velocidade na trama (o filme fica abaixo dos 90 minutos) que torna o filme dinâmico mas não menos tocante.
um dos melhores filmes ingleses dos últimos tempos; sensível e realista, diferente de como é geralmente tratado o submundo inglês nos filmes de guy richie.
a imagem do dvd é apenas ok e o som está somente em estéreo, muito embora a trilha esteja bem nítida. tem legenda em inglês para quem não entender o forte sotaque cockney presente em todo filme.
os extras compensam, tudo o que se pode esperar está lá: teste de casting, perguntas e respostas com o elenco e diretor, trilha de comentários, cenas deletadas (inclusive a polêmica cena do quarto de duncan, a qual não fiz questão de assistir) e o curta que deu origem ao filme.
obs. não sei se alguém notou, mas a semana do filme continua essa semana porque não consegui resenhar os sete filmes na semana passada.