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quinta, 29 de maio de 2008

rails conf 2008

já estou em portland me preparando para o começo do rails conf 2008.

tem mais brasileiro do que eu imaginava, então para quem está aqui, o meu schedule pra ical. os items que se sobrepõem são os que eu ainda não decidi se vou ver até o final, se tiver ruim um, pulo pro outro.

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anos atrás: zombies love apple (2007), 'inimigos', gates e jobs se reúnem quarta (2007), the strokes - you only live once video - the strokes videos on imeem (2007), cotas na unb: gêmeo idêntico é barrado (2007), o olho que tudo vê (2006)

quinta, 22 de maio de 2008

anos atrás: miguxeitor - tradutor online de português para miguxês (2007), hacking roomba » build a cylon roomba (2007), youtube - feist - i feel it all (live) (2007), a milionésima linha de código (2007), kiln people (2003)

quarta, 21 de maio de 2008

anos atrás: youtube - remix: patada subte times square techno video game remix (2007), paul schrader speaks (2005), tá dominado (2004), só roque salva (2004)

segunda, 19 de maio de 2008

aspiradores?

aspirador alien

eu não sei de que país ou planeta vêm esses eletrodomésticos dyson mas achei o design deles algo entre o futurista e o just plain scary.

agora para me sentir uma pessoa feliz preciso ao menos ter um desses aspiradores. saca a cara de felicidade do gordinho japa aspirando a casa com o dyson dele!

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anos atrás: scrambled?hackz! (2006), 10 things i hate about commandments (2006), a history of violence (2005), boroviçka (2004), matrix, considerações (2003)

sábado, 17 de maio de 2008

a volta do hotwired?

o valleywag postou sobre a compra da ars technica pela empresa dona da wired e do anúncio da wired em retomar o webmonkey, um site que ensinou uma boa parte dos webslaves a fazer web.

a wired tinha talvez o site mais visitado do mundo na década passada, o hotwired, que foi minguando depois que foi comprado por uma pechincha pela lycos após o estouro da bolha das .com.

foi uma tremenda besteira se você pensar em quanto eles estariam faturando hoje só com anúncios tipo adsense, os caras tinham o maior portal da internet, se não tanto em termos de visitação pelo menos em números de páginas. sem falar de um pagerank thru the roof, o site abordava de receita de coquetéis à esportes e viria na primeira página do google para praticamente qualquer pesquisa.

não tenho certeza qual seria o papel do hotwired atualmente, com a pulverização do conteúdo em formato de blog. ele era um tipo de portal que você visitava algumas vezes ao dia para passar o tempo, algo como o nosso agregador de feeds hoje em dia. o bacana era que ele ditava as regras que todo mundo seguia, a combinação de cores gritantes tipo fúchsia e verde flúor, o gif animado, até o banner foi ele que inventou.

resta saber se as novidades são realmente uma tentativa de restabelecer a marca. no fim da quantas, a internet tá precisando de um cnet mais descolado.

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quinta, 15 de maio de 2008

shared nunca mais

fiz o que eu queria ter feito há muito tempo: tirei o blog de um plano shared hosting e, com 5 dólares a mais por mês, acrescentei uma slice de 256 mb de ram às outras slices que rodam o orangotag no slicehost.

não é algo que eu necessariamente aconselharia qualquer um a fazer, você tem que lidar com logs, updates, monitoramento. mas quando já se faz isso (e eu cuido sozinho dos servidores do orangotag) e se consegue usar a mesma configuração em todos os ambientes, o trabalho não aumenta linearmente com o número de slices. hoje em dia é tão fácil clonar e subir unidades de servidores pequenos ao invés de concentrar tudo num servidor mais parrudo que em 5 minutos eu posso ter 20, 30 cópias de uma instalação inicial usando uma API, pelo meu celular.

para meu blog rodar bem numa slice de 256 é impossível rodar apache, postfix e outras ferramentas já testadas e amplamente adotadas pela web afora. entra em campo o nginx, micro-servidor web russo adotado por meio mundo rails por ser algumas vezes mais rápido e mais leve que o apache e por isso mesmo perfeito para células de cloud computing. o lighttpd vem logo abaixo do ngnix para parsear e compilar o php (nginx não roda fastcgi ou qualquer outro programa externo), rodando com o xcache. o mail handling sai do servidor web e o mx vai direto pro google apps.

estou bem feliz com a nova configuração: gentoo (minha distro preferida para webservers), nginx, lighttpd, php e mysql. tudo numa slice que quase toma os 256 mb e nada de swap.

caso queira se aventurar, eu usei algumas referências que lhe podem ser úteis (1 2 3).

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anos atrás: sósias pegam carona na fama de íris e alemão (2007), pânico em sp (2006), recapitulando (2004), sign builder (2003), matrix reloaded review (2003)

quarta, 7 de maio de 2008

the 4th dimension starstarstarstar

dvd zona 1
1.85:1 widescreen não-anamórfico
dolby digital surround 5.1
$14.99

the 4th dimension dvd

consigo entender por que algumas pessoas verão o the 4th dimension e o descartarão como pretensioso: é preto e branco, metade dos créditos são dedicados à consultoria de físicos e, ao fim, muda para colorido.

não sei se existe algum termo para esse tipo de filme, eu chamo de puzzle movie e vai bem com o pi do darren aronofsky e o primer do shane carruth. é sobre jack emitni (”in time” ao contrário), um cara com TOC que acredita que pode sentir a quarta dimensão quando dorme. a história começa com ele pequeno, quando dá sinais de ser um gênio da matemática, mas, com o passar do tempo, com jack mais velho trabalhando numa oficina de relógios, não fica bem claro se ele realmente desenvolve a habilidade ou só pensa em seus delírios que o faz.

4th dimension

num de seus sonhos à quarta dimensão, jack vê alguém, que se supõe ser albert einstein, colocar um livro de anotações num relógio que jack havia recém consertado. ele vai a casa da dona do relógio e o rouba, com a esperança de que a fórmula para viajar no tempo. o estudo do livro, porém, desperta uma série de eventos que revelam a verdade sobre a vida de jack.

pensando bem, 4th dimension não é tanto um filme quebra-cabeças, já que o final dá uma conclusão bem clara à trama. porém existe espaço para divagação e elaboração de loucas teorias, o que deve garantir uma certa sobrevida cult ao filme, que foi bem recebido no circuito indie americano.

o que me fascinou em 4th dimension foi mesmo o clima pesado, as referências de teorias físicas bem aplicadas e a trilha, que além de um bom score original, repete a insana gwely mernans do aphex twin quase à exaustão. é frio na espinha certeiro todas as vezes que é executada.

o filme é o debut de uma dupla de diretores que já estão no meu radar, tom mattera e david mazzoni. ainda vou revê-lo com as 2 trilhas de comentários, é em filmes assim que o dvd brilha como formato.

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