cuide bem da mamãe

para alegrar a sua sexta-feira enfadonha, esse clipe do ba (mr. t) do esquadrão classe a ensinando a cuidar bem das mamães é o melhor remédio.

para alegrar a sua sexta-feira enfadonha, esse clipe do ba (mr. t) do esquadrão classe a ensinando a cuidar bem das mamães é o melhor remédio.
em outra sessão de lembranças comuns da infância nos 80, eu lembrei de mais três coisas que eu assistia na tevê e de que, aparentemente, só eu lembro.
(eu tenho a tendência de lembrar de umas coisas muito específicas, o que faz a maioria das pessoas acharem que eu invento tudo.)
enquanto falam de herculóides e dos muzzarelas, eu lembro do pinóquio japonês que passava no sbt, que era a coisa mais arrasadoramente vil já feita no universo.

o pinóquio japinha comia, diariamente, o pão que o diabo amassou diante dos olhares inocentes de criancinhas, essas ignorantes, coitadas, de um mundo que podia ser tão mau.
o boneco de madeira queimou as pernas e ficou manco, foi alvejado por tiros de soldados, era enganado por todos os adultos e surrado por todas as crianças normais que ele encontrava pelo caminho. eu não lembro bem, mas aposto que até o grilo-falante dessa versão tirava um com a cara do pinóquio.
era, praticamente, meia-hora diária de lars von trier formatado para o público infantil.
o pior é que não tinha como não gostar deste panaquinha de madeira. os cabelos azuis dele balançavam ao vento, o que era um feature inédito naquela época, criava um realismo absurdamente real.
no final, assim como o desenho da orfãnzinha heidi (igualmente maltrada por todos ao seu redor), os créditos passavam com o pinóquio andando sozinho por bosques escuros, com uma música em japonês de dilacerar o coração.
continue lendo reminiscências catódicas →
happy birthday, happy birthday
happy birthday, happy birthday
happy birthday, happy birthday
happy, happy birthday in a hot bath
to those nice nice nights
i remember always, always
i got such a fright
seeing them in my dark cupboard
with my great big cake
if they were me
if they were me
and i was you
and i was you
if they were me
if they were me
and i was you
and i was you
if they were me and i was you
would you have liked a present too?
Altered Images, Happy Birthday

hats off para a nintendo - não é a toa que ela lidera o mercado de portáteis por tanto tempo.
como eu havia falado, a nintendo prepara o lançamento de um gameboy double screen (por isso o nome nintendo ds) para o fim do ano e se vier numa dessas caixinhas flip vai ser muito bacana.
só que há vinte anos atrás esses multiscreens da série game & watch já habitavam o topo do pódio dos brinquedos mais legais que alguém podia ganhar.
aliás, um re-lançamento comemorativo poderia dar muito certo, num momento em que tudo que é 80 é automaticamente cult. olha só a coleção desse sueco.
eu mesmo entraria numa pre-sale desse donkey-kong, fácil.
[as fotos sairam daqui.]

duke (dying): the lights are growing dim. i know a life of crime led me to this sorry fate… and yet, i blame society - society made me what i am!
otto: that’s bullshit! you’re a white suburban punk just like me.
duke: but it still hurts. aaaaarrrgh!!
otto: you’re going to be alright, man!!
duke: aaaaaaaaarrrrrrhhh!! (spits blood)
otto: maybe not.
repo man, um daqueles filmes sem pé nem cabeça dos anos 80 (e talvez o mais bacana) acaba de sair em dvd no brasil.

“O Brazilian Genghis Khan, grupo de sucesso da música pop nos anos 80, está de volta ao cenário musical brasileiro com novo show e versões contemporâneas para seus clássicos, Genghis Khan, Marco Polo, Latino América e Comer-Comer, que ganharam roupagem eletrônica.
Além das novidades musicais o quarteto apresenta dois novos integrantes em sua atual formação, que tem a experiência dos remanescentes Tânia Padulla e Jorge Danel com o reforço dos bailarinos e cantores Cláudio Borges e Marisa Milani.
Desde o início de maio eles têm feito sucesso em diversas apresentações pelo estado. O destaque fica para o show realizado dia 16 de maio no Trash 80’s, casa paulistana que cultua os hits da década de 80. A resposta do público, que lotou a casa abriu espaço para uma nova apresentação, que será realizada no dia 30 de maio, a patir da 1 hora da manhã.
O Brazilian Genghis Khan surgiu em 1979 no cenário artísitico nacional, incrementando o cast da gravadora R.G.E.. Rapidamente tornou-se uma explosão devido à originalidade de suas roupas, e ao mix de suas músicas e coreografias contagiantes, dançantes e caracterizações mutantes sem igual.”
Trash 80’s Show com “Brazilian Genghis Khan” Data: 30/05/2003 End.: Álvaro de Carvalho, 40 - Centro Fone: (11) 3253-6625
imperdível!

conversando sobre programas de tevê da nossa infância no almoço da firrrma hj, falei novamente daquele robô com perucon loiro do qual, aparentemente, só eu lembro.
pois é, mas eu sabia que ele existia e há um tempo atrás descobri pela rede umas fotos, feliz por não ter inventado essa figura esdrúxula e sem saber porque isso ficou na minha cabeça por todos esses anos.
trata-se de um seriado japonês, um tokusatsu. eu adorava isso.

o goldar (magma taishi ou embassador magma) é um ser de 30 metros, um robô, ao que tudo indica. mesmo assim, engravidou a meiguíssima silvar, de aparência e estatura humana, e teve gam. don’t ask.

os dois viravam foguetes quando seus amigos humanos sopravam um apito. uma apitada chamava gam, duas, silvar e três chamava o goldar, que tb virava um foguete, embora dourado e maior que os de gam e silvar.

ainda tinha o rodak, o vilão que quer conquistar o planeta e…

mathusan, o velhinho yoda da história.
vale lembrar que a mente por trás disso é osamu tezuka, mestre dos mangás das antigas, criador do astro boy e metrópolis.

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spiceee 12/05/00 11:35 and its kind of an overwheelming concept if you stop and think about it… because we mimic the people we look up to… and this has been a major key in human evolution.
subsyst 12/05/00 11:37 I agree completely. It’s how we’ve gotten where we are I think. It’s sad. Everyone wants to outdo one another….first they start to mimic people and then once they feel they’ve accomplished this they will strive to be better…..
spiceee 12/05/00 11:40 but on the other hand there is this natural urge to alter the mimic to become unique whithin a society of mimics. and this is what pushes everybody foward.
spiceee 12/05/00 11:42 not everybody alters the mimic though. they remain simply imitators.
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subsyst 12/05/00 11:43 i think a LARGE majority of ppl don’t alter the mimic. In addition, those that never attain the success their idol’s have, I think this actually hurts them, and there is a huge population that I feel fall into this category.
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[over icq]
+ info sobre “mimesis and alterity” do sr. taussig

the sweetest memories!

heh! alguém me deu essa foto uma vez e ela, muito por acaso, acabou virando marcador de livro pra mim.
é muito engraçada… tipo, todo mundo chillz. essa não era a nossa casa não, era a casa do povo de cwb.