apple ameaçando blogueiros
“Apple is setting a frightening precedent. It’s signaling to other companies that with the right amount of bullying, you can shut down the bloggers you don’t like.”
“Apple is setting a frightening precedent. It’s signaling to other companies that with the right amount of bullying, you can shut down the bloggers you don’t like.”

o motivo do sumiço tem url e agora, inscrição para beta testers - vai lá e garanta estar na primeira leva de contas.
é lógico que ainda vai levar um tempo, mas estou firme que o resultado vai ser algo viciante de se usar. não é só um site web 2.0, é uma plataforma de se ouvir música, com uma galera de peso já pronta para entrar na onda - qualquer produtor musical sabe da força dos alemães quando se fala de software de música.
é um verdadeiro clash of minds - gente que trabalhou com pearl jam, mais gente que programou o flash cs, mais gente que fez a cara do facebook, orkut 2.0 e sites da apple, mais o povo que criou o mp3… e eu, que, se não estivesse com o c* na mão pela responsa, estaria em estado de graça
ps. só para constar, pulamos na chatuba.
por que você precisa fazer uma versão estupidificada do seu site para rodar dentro do facebook usando tecnologia que, por sua vez, é uma versão estupidificada de outras tecnologias mais coerentes por ter um espectro de atuação muito maior do que um só site da internet?
depois do html e do sql, a versão estupidificada da vez é o javascript, que virou fbjs, ou seja, facebook javascript.
reconheço a necessidade de se estar presente lá, uma vez que o site cresce rapidamente e tem um público que pode adotar uma aplicação facebook muito mais rapidamente que uma aplicação “solo”. mas é preciso apontar para os perigos dessa aplicação: a centralização e customização de serviços que o facebook gosta tanto pode chegar à um ponto que o serviço comece a ditar como os browsers vão poder interpretar o seu código.
lembre-se que o facebook é uma empresa ainda “independente” mas na mira de vários grandes conglomerados pela sua crescente base de usuários. portanto tem futuro incerto, um passado bem obscuro (o dono da empresa é acusado de roubar partes do código de seus antigos colegas de universidade) e ultimamente vem demonstrando ter uma política de segurança deficiente, códigos fontes da aplicação têm vazado na internet.
vejo empresas adotando o facebook tão completamente, criando verdadeiras novas versões das suas aplicações e baseando suas estratégias numa plataforma proprietária que pode, a qualquer momento, ser comprada pela microsoft e ser “portada” para rodar somente no ie.
fico preocupado com o facebook aglutinando serviços, porque é a contra-mão da web 2.0: um site fechado, não semântico, não indexável, aleijando tecnologias amplamente utilizadas e de domínio público e as lançado como facebook qualquer coisa.
o pensaletes ganhou o prêmio de décimo pior blog do brasil, segundo o o fim da várzea (rel nofollow, que não nasci ontem). a justificativa são as opiniões herméticas e mal escritas.
não conhecia o blog, mas, segundo o link “sobre”, é basicamente um blog sobre monetização, otimização para ferramentas de busca e google. color me unimpressed.
essa tão chamada blogosfera brasileira está me dando um pouco de nojo. rankings e mais rankings, um hedonismo só. falta mesmo é propósito (fora o da monetização, é claro) e sobra pompa, cheia de gente que entrou agora no bonde e já quer ir pegando a janelinha.
o interessante é que o pensaletes não é um blog de links. ele está um blog de links no momento porque ele é um blog quase que orgânico, os posts brotam com a minha vontade de me comunicar.
não sei se isso é uma idiossincrasia do usuário brasileiro, o fato de não ler os arquivos do blog. sei que isso põe em cheque minha vontade de blogar, pois, sempre que fazia uma resenha de um filme ou livro, esperava que aquilo ficasse, de certa forma, como um registro a ser lido no futuro. se tudo que eu escrever aqui morrer assim que sair da primeira página do blog, eu realmente não sei se vou continuar com o pensaletes, pelo menos em sua forma atual. talvez possa partir para o inglês.
enfim, um desabafo.
vi ontem o i-caught, programa da abc que está sendo testado na mid-season e tenta capitalizar em cima da onda de vídeos pela internet.
diferentemente do fiz.tv, que aqui no brasil tenta replicar um pouco do feeling de se ver vídeos online - mantendo um braço na internet e outro na tv, mostrando os vídeos sem explicação, somente aglutinados por um suposto assunto - a abc tenta imprimir o velho formato americano de programas jornalísticos a la 60 minutes ao programa, que mostra os vídeos mais populares de sites tipo o youtube com a história por trás do vídeo sendo contada por quem filmou e/ou quem fez o upload.
tudo começa com um bom screencap do vídeo no youtube, com o apresentador (um ryan seacrest menos afetado) contando quantas pessoas assistiram a ele. toca-se o vídeo então, entra o depoimento do autor do feito e conta-se as glórias da fama: apareceu na ophrah, conseguiu emprego, teve fama instantânea.
pode ser interessante por alguns segundos, e com alguns vídeos com conteúdo mais sérios até parece dar certo, mas no geral o programa acaba ficando parecido com o piada em debate do inesquecível tv pirata.
o “problema” é que o público americano gostou, a estréia teve uma audiência acima da esperada nessa época do ano, quando existe um tremendo recesso de séries de tv no ar.
de alguma forma, é um exemplo de mídia já estabelecida que se rende à informalidade da internet ao invés de vê-la como inimigo mortal, como a tal campanha do estadão.
há umas duas semanas cancelei minha assinatura da folha.
os motivos foram muitos: o jornal estava tomando dimensões absurdas por causa dos anúncios e folhetos promocionais, juntava uma pilha de lixo muito grande. o anúncio-aba que cobria a manchete principal em alguns dias da semana e me fazia ter que já começar o dia jogando alguma coisa no lixo se juntava ao meu mau humor matinal e tomava proporções dantescas. estou tendo que ir para nova york por causa do trampo e passo algumas semanas sem nem desfrutar da comodidade de ter o jornal entregue em casa todos os dias. e, por fim, os erros das matérias da folha ilustrada e a cobertura pífia do mundo digital, aquele caderno de informática que é uma mera desculpa para veicular classificados de venda de computador.
troquei a despesa da assinatura da folha por uma assinatura da locus mag (revista mensal de literatura) e outra da fangoria (bíblia do cinema fantástico), ouço religiosamente todos os podcasts da cbn e leio posts de blogs de meus jornalistas favoritos.
só sinto falta dos vídeos dos sites de notícia. por incrível que pareça, nenhum portal de jornalismo no brasil tem vídeos que funcionam no mac ou, até arrisco, no linux.
agora vem essa campanha do estadão, que nada mais é que o último grito de socorro, que apela para a insegurança intelectual do leitor em decidir, ele próprio, se a fonte de informação que ele escolheu para si é digna de confiança ou não.
não colou. quem lê jornal no brasil é intelectualizado o bastante para saber colocar um filtro naquilo que lê na internet.
prefiro ler um blog de um dos maiores escritores do new weird do que ler um texto encomendado para um jornalista que pegou o barco andando e tenta advinhar o sexo dos escritores do movimento, ignorando uma rápida e indolor consulta a internet.
o argumento não levanta muito mais discussão.
tenho estudado um pouco sobre filtros colaborativos para construir um algoritmo de sugestão para o orangotag e o novo trampo.
o filtro do lastfm, por exemplo, me parece uma enganação - ele aparentemente se baseia nas minhas 2 ou 3 bandas mais ouvidas e pronto. já perdi a conta de vezes que achei perfis que batiam exatamente com o meu gosto e o tasteometer deles me dá um low em compatibilidade e outras em que a pessoa só tinha a primeira ou segunda banda mais ouvida por mim em sua lista e já dava um high.
é certo que deve ser custoso processar uma matrix de todos os usuários do site, mas há maneiras de se contornar isso, imagino. pode-se pegar uma amostra completamente aleatória, ou até um nódulo n de distancia do usuário em questão - gerando um “popular entre amigos”, por exemplo.
de qualquer forma, vou ter que dar a cara a tapa porque precisamos implementar um parecido no meu novo trampo. se não for melhor que o filtro do lastfm, pode reclamar à vontade.

soube do pownce só alguns dias atrás. na verdade estamos no mesmo barco: construindo web apps com cliente em adobe air, lutando para que o public release do air inclua uma pá de coisas bacanas que precisamos para nossas aplicações.
o pownce é tipo um twitter de outra turminha (kevin rose do digg está nessa), que deixa os usuários compartilharem mensagens, arquivos e compromissos a partir do seus desktops.
de qualquer forma, eu tenho umas contas para distribuir (ele ainda está fechado para novas contas); deixa um comentário com um email válido se interessar!
depois de 7 anos e outros tantos meses de mtv, anos de cachorro para o mundo de ti, estou embarcando no maravilhoso mundo do outsourcees em meados de julho.
conheço pouca gente em ti que ficou tanto tempo num lugar só, mas não tive muita escolha - foi definitivamente, o lugar mais divertido; as pessoas mais “firmeza” com quem já trabalhei.
em breve, junto forças com o claus wahlers e a côdeazur num projeto internacional que infelizmente vai ficar na penumbra por enquanto: pense gadgets, mais gadgets, já falei gadgets?, rails + plataforma da empresa do photoshop, web 2.0, música e vídeo!
tou muito animado, as pessoas já não me aguentam falar sobre isso, então vou poupá-los de clichés gehringerianos. just wish me luck!
não sei se foi uma boa jogada lançar o safari 3 extremamente bugado para fazer bonito no wwdc.
nem no meu g5 com tiger aqui estava funcionando e já foi devidamente desinstalado. no pc aqui do lado, cada página era uma obra de arte conceitual.
é só uma impressão boba minha ou tem mais gente no second life fazendo pauta do second life do que gente “normal” usando o second life?
eu tenho uma teoria para isso: acho que grande parte do surto second life entre os publicitários e jornalistas vem do fato dessas pessoas não acompanharem o mundo dos games há pelo menos uma década, daí o deslumbramento excessivo.
para mim o second life só vai ficar algo interessante se eu puder entrar de master chief num dos shows virtuais da banda eva ou fatboy slim ou no ônibus-balada da gilette e botar o lança-míssel pra funcionar.
entrar num mundinho controlado, para ficar de papinho e vôozinho, sendo metralhado por campanhas de marketing “descolado”por todos os lados ainda não me apetece.
cheguei tarde mas consegui participar do último podcast do brainstorm #9, com o brainstormer carlos merigo mais cris dias, fabio seixas e ricardo cavallini.
puxa uma cadeira e ouve lá que o papo sobre direitos digitais foi bom e longo.

o orangotag está um lugar um pouco mais aconchegante a partir de hoje: você pode ter amigos no site!
uau, você diz, amigos num site! é, nada demais. mas pelo menos no orango dá para assistir a episódios juntos – sim, amigos que servem para alguma coisa.
se você é a parte não relapsa de um relacionamento, por exemplo, e seu significant other fez uma conta mas nunca a usou, você pode ser o/a macaco/a-velho/a dele/a e ir marcando os episódios aos quais vocês assistiram juntos.
eu devo fazer um screencast ainda essa semana explicando melhor o feature, as coisas bacanas e suas limitações, no momento a coisa deve ser encarada como algo bem experimental.
na verdade, a parada é tão simples ou tão complicada quanto você quiser - dá para juntar cluster de amigos que viram o mesmo episódio seguindo uma lei básica de permissão, a do macaco-velho, por exemplo.
outro feature que deve esclarecer o propósito da watchlist, a lista das séries que você está acompanhando no momento, é a área “já assistiu a” do seu perfil. ela tem as séries cujos episódios você assistiu mas já tirou da sua watchlist.

apagaram uma crítica muito construtiva deixada como comentário neste post do blog do developer day.
não lembro o nome do desenvolvedor, mas ele reclamava, entre outras coisas, da falta de foco nos desenvolvedores.
muito chato isso! quem não está aberto à críticas positivas, não tem como melhorar. ano que vem não estarei lá.
já recebi uns convites, mas ainda não tive vontade de abrir uma conta no facebook. tenho achado mais interessante passar o tempo em redes sociais que não girem em torno somente do puro hedonismo e scrapspam que é o orkut.
o myspace; mesmo com sua interface horrorosa (que comete o pior pecado do mundo da usabilidade: deixar o usuário tomar conta da interface - mais ou menos como ir num restaurante e cozinhar sua própria comida), acaba girando em torno de bandas e djs, o que o torna um pouco mais relevante, acabo usando mais frequentemente.
no entanto, acabei seguindo um link do waxy.org e caí na página de developers deles e, pasmem, tem api! já é o bastante para garantir uma conta lá e abandonar o orkut de vez.
quando alguém cria um blog e esse blog começa a ter leitores regulares, estabelece-se um contrato subliminar entre quem escreve e quem lê.
um blog, um meio de organizar um conteúdo na internet, é apresentado em forma de posts, arquivados por data.
o conteúdo desses posts pode variar mas é, na maioria das vezes, apresentado em formato de hypertexto.
o formato mais antigo de apresentação de conteúdo da web, o hypertexto é um texto digital em que algumas palavras-chaves podem ser destacadas (chamadas hyperlinks) e, ao clicar-se nelas, direcionar o usuário à outro conteúdo relacionado de alguma maneira com o contexto a que elas pertencem.
o hypertexto, portanto, também vale-se de um contrato subliminar entre quem escreve e quem lê. quem escreve garante que o documento-alvo do hyperlink tem a ver com que está escrito, quem lê o texto e segue o hyperlink espera encontrar no documento-alvo algo que expanda o significado daquilo que está sendo lido.
agora com essa corrida à monetização, que me parece algo idiossincraticamente nacional, blogs sérios estão quebrando esse contrato de confiança do leitor, inserindo no texto dos posts, sem pudor ou critério, hyperlinks para lojas online que pouco ou nada têm de relação com o conteúdo deles ou simplesmente com as palavras que estão denotadas como link.
isso é gravíssimo, pois dessensibiliza quem lê o texto a usar a ferramenta mais básica da web, que é a navegação de link a link. da mesma forma, desabilita quem escreve o texto porque não se tem o mesmo poder nas mãos de enriquecer o que está sendo escrito com referências de outros blogs, wikis, reportagens.
se eu linkar para um texto sobre conduta na blogosfera e, dentro de um mesmo contexto e apresentação, para uma pesquisa sobre a palavra blogs no mercado livre, você não acha que o meu primeiro link perdeu credibilidade? quem garante que você vai clicar nesse terceiro link, se, clicando no link anterior, o mercado livre te ofereceu um cd-rom “como ganhar dinheiro e conquistar mulheres com seu blog”?
não fica claro que isso é jogo sujo? não dá para manter os links de parceria com lojas online numa área pré-estabelecia e conhecida como tal pelo seus leitores?
eu, que achei que blog só com link nofollow era o ápice da falta de noção, ando muito decepcionado com essas atitudes e ainda mais com a justificativa gerson do “ah, mas sabe quanto ele ganha com adsense?”
esse gordinho mexicano que cai num riacho é um mega sucesso por lá, a ruth lemos deles.
aqui no brasil chegou mesmo só como videocassetada, mas lá o menino deu várias entrevistas na tv e, o mais importante, rendeu o primeiro comercial explorando um viral que a mim não parece forçado e consegue carregar grande parte da graça do original à peça publicitária, feita, ao que tudo indica, para uma marca de biscoitos.
anyway, meu dois centavos brainstorm-novianos.

o código do orangotag está no beta 1.0, a versão foi forkada(?) e começa o trampo para a próxima versão, de codenome splitzy.
as inscrições estão abertas e, até certo número de usuários, você leva uma medalha-engrenagem estúpida de beta-tester do lado do seu login - i.e., a coisa mais legal que eu consegui pensar para agraciar os poucos (mas devotos) macacos ajudantes debugadores de site capenga.
o site é basicamente um mediatracker de episódios de série de tv, mas para mim tem servido como a) meio de achar séries novas bacanas e b) chegar a conclusão que tem gente que passa muito mais tempo vendo séries do que eu.
deve ser um quê de masoquismo, mas sempre me divirto quando entro no yahoo respostas:
pergunta: O que a Bíblia quer dizer com as palavras: “certamente morrerá” ?
resposta: Certamente morrerá pra sempre, qdo todos estiverem vivendo no paraíso, esse coitado vai tá morto. #
eu sei que é um universo pequeno demais para ser significativo, mas heroes parece ser a série mais assistida pelos “blogueiros”. e battlestar galactica não parece ter a atenção que merece.
se você usava um dos feeds do media checklist aqui do lado esquerdo, note que as urls mudaram já que agora a idéia é, aos poucos, ir portando o sistema para o site novo.
Uma representante do Google no Brasil foi condenada, em decisão de primeira instância, a pagar uma indenização de R$ 4,3 milhões para uma advogada gaúcha. Segundo a advogada, o site de buscas relacionava seu nome a uma página de conteúdo pornográfico. A decisão é passível de recurso.
a princípio é muito fácil achar que a justiça brasileira não entende picas de internet, o que já demonstrou no passado no caso cica vs. youtube.
mas já tinha pensado sobre o assunto antes da notícia e a questão é dilemática: o google, quer queira ou não, associa uma sentença (a sua pesquisa) a um conteúdo (as respostas da pesquisa) e ganha dinheiro (ainda que indiretamente) com tal serviço. então não seria ele responsável, de alguma maneira pelo menos, pelo contexto em que o conteúdo é apresentado/inserido?
da mesma forma, podemos indagar se o serviço do google seria tão interessante se ele se precavesse e filtrasse o máximo possível de resultados para uma pesquisa, a fim de eliminar ou reduzir o risco de processos de difamação como este que a advogada gaúcha promoveu.
o mais razoável é que aceitemos esse dilema para ter uma ferramenta que possa domar o oceano de informação que é a internet e que o processo fosse sim contra o site pornô que jogou o nome de solteira da advogada (que com certeza deve ser homônima de alguma atriz pornô ou capa de revista masculina) no meio de outras centenas de keywords populares que têm a ver com sexo para conseguir um bom ranking no google sobre o assunto.
é certo que o resultado não seria tão volumoso…
em tempo: o blog direito e trabalho tinha dado o furo do processo antes da folha. power to the blogosphere!
se você vive na crista da onda no oceano da informação (!) e gosta de séries de tv, aliste-se pelos comentários para beta-testar algo que estou fazendo.
update: o projeto está no ar, chama-se orangotag.com e quem quiser pode abrir uma conta lá.
o flickr oficializou o uso de machine tags no site. os usuários vão poder colocar um namespace nas tags de suas fotos, ou seja, vão ter como contextualizar do que está se falando quando criam tags.
uma foto “taggeada” com são paulo, por exemplo, pode ser uma foto da cidade são paulo, de algum evento na cidade de são paulo ou até de uma estátua de um santo. com machine tags a confusão fica bem limitada, uma vez que você pode especificar do que está falando.
tenho certeza que o flickr, que modificou bastante a estrutura de banco de dados do site para melhorar o suporte ao feature, vai encorajar o uso indiscriminado das tags, mas deve “entender” mesmo somente um número pequeno delas.
eu estou trabalhando numa aplicação que também gira em torno das machine tags e pensei muito se a melhor maneira de criar um frontend para elas fosse simplesmente deixar o usuário digitar algo do tipo “upcoming:event=81334″ num campo de texto.
o nome, afinal, é machine tags e elas, querendo ou não, têm um mark-up pré-definido para que uma máquina entenda a informação no fim do processo. seria então mais fácil esconder esse mark-up no backend e criar uma interface gráfica tipo click-drag-pull?
depois de matutar um pouco cheguei a um meio termo: criei uma espécie de tooltip que é acionado a medida que algo que pareça uma machine tag dentro do escopo da aplicação é digitado e dá a quem está inserindo a tag uma confirmação visual que é aquilo realmente que se quer dizer.
desse modo, eu não preciso esconder certas tags do usuário nem forçá-lo a aprender uma meta-linguagem a fim de se escrever uma simples tag “folksonômica”.
vai ser interessante ver isso se proliferando por aí. sei que qualquer pessoa que escrever uma implementação de machine tags vai esbarrar no mesmo problema.
quinto dia de downtime do net vírtua. ligar lá é inútil, as previsões de retorno são sempre furadas e o atendimento te dá aquele tratamento telemarketing.
não preciso dizer que o ritmo de posts aqui vai em marcha lenta até e se a conexão lá em casa voltar.
você sabe que precisa mudar de provedor quando: a) decora o seu código de cliente de 12 algarismos, b) sabe os atalhos para falar com o atendimento de cabeça c) o seu provedor cria um item dentro do atendimento automático para anunciar os bairros sem conexão.
estou falando do net vírtua, o provedor virtual. não pára em pé ultimamente.